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Jovem é internado em coma após ser agredido em ato de esquerda em Santos

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 20:12
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Jovem é internado em coma após ser agredido em ato de esquerda em Santos
Fatos Rápidos da Notícia
  • São Paulo –– Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, está internado após ser agredido durante uma apresentação da “Banda Esquerdantina”, que aconteceu nesta sexta-feira (24/10), em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na cidade de Santos, no litoral de São Paulo. O motivo da agressão ainda é desconhecido, mas há suspeita de que tenha sido motivada por homofobia.
  • O jovem ficou incosciente após as agressões e foi levado ao Hospital Santa Casa, onde permanece internado em coma induzido até o momento de publicação desta matéria.
Resumo Editorial

São Paulo –– Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, está internado após ser agredido durante uma apresentação da “Banda Esquerdantina”, que aconteceu nesta sexta-feira (24/10), em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na cidade de Santos, no litoral de São Paulo. O motivo da agressão ainda é desconhecido, mas há suspeita de que tenha sido motivada por homofobia.

São Paulo –– Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, está internado após ser agredido durante uma apresentação da “Banda Esquerdantina”, que aconteceu nesta sexta-feira (24/10), em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na cidade de Santos, no litoral de São Paulo. O motivo da agressão ainda é desconhecido, mas há suspeita de que tenha sido motivada por homofobia.

O jovem ficou incosciente após as agressões e foi levado ao Hospital Santa Casa, onde permanece internado em coma induzido até o momento de publicação desta matéria.

Em relato ao Metrópoles, Luiz Santana, músico do Esquerdantina, afirmou que episódios do tipo nunca aconteceram em outras apresentações da banda: “A gente ficou muito assustado com tudo que aconteceu. Temos o Esquerdantina há muitos anos, coisa de oito anos, se eu não me engano, e nunca tivemos um problema assim”.

Luiz disse que a banda se colocou à disposição da família de Marcelo para prestar assistência, e que o episódio da sexta-feira os deixou “muito abalados”.

“(As apresentações) sempre são com as ruas cheias, quando a gente toca na rua é sempre muito cheio de gente, sempre um clima muito tranquilo e seguro. Então a gente ficou muito triste, muito abalado”, completou.

“(As apresentações) sempre são com as ruas cheias, quando a gente toca na rua é sempre muito cheio de gente, sempre um clima muito tranquilo e seguro. Então a gente ficou muito triste, muito abalado”, completou.

Em nota, a banda exigiu a “rápida apuração” do caso e “consequente punição dos responsáveis”.

“Manifestamos nossa solidariedade à vítima e seus familiares, bem como nosso firme repúdio à homofobia, alertando para os riscos que todos corremos ao naturalizar, proteger ou promover o ódio como método de intimidação política”, dizia nota oficial da banda.

O Metrópoles entrou em contato com a Secretaria da Segurança Pública (SSP) e aguarda retorno.

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