– Acho o Renato um cara incrível. Tive uma passagem pequena com ele em 2008, é um cara de um trato muito fácil, qualificado como pessoa mesmo. Nessas trocas de treinadores tem que olhar rápido o mercado e entender o que o seu grupo precisa. Naquele momento, o Renato era essencial por uma questão de desgaste emocional dos atletas, e o Renato recuperaria isso. Teve uma resposta inicial boa. Depois foi muito claro. As entrevistas me incomodavam. Quando o Felipe deu uma declaração sobre o Capasso, ele desvalorizou um patrimônio, mas eu sabia o que ele estava fazendo. Mas quando um treinador fala de um atleta ele não está desvalorizando? A questão das entrevistas não foi o determinante. Me incomodava? Sim. Temos de olhar o contexto. Eu tenho que olhar onde eu estou falhando, os jogadores, o treinador.
Pedrinho critica postura de Renato com elenco do Vasco: “Direcionou míssil muito forte para os atletas”
RELATED ARTICLES
- Publicidade -

