
Lula registra 46% de rejeição e Flávio Bolsonaro 43% na nova pesquisa Datafolha
A pesquisa Datafolha revela rejeição de 46% para Lula e 43% para Flávio Bolsonaro, com vantagem técnica do segundo no primeiro turno.

A pesquisa Datafolha revela rejeição de 46% para Lula e 43% para Flávio Bolsonaro, com vantagem técnica do segundo no primeiro turno.

Com mais de 33 milhões de desmotivados, o segundo turno testa a capacidade de Lula e Bolsonaro de converter a abstenção recorde em adesão além da polarização.

Flavio Bolsonaro assegura 22.994 votos, consolidando vantagem estreita sobre os adversários diretos na eleição presidencial tailandesa de 2026.

Com 13 assentos, o MDB detém maioria na Assembleia e pressiona Daniel Santos a firmar alianças estratégicas para governar Pará com viabilidade política efetiva.

Lula, com 17 dias para reverter 4 pontos percentuais atrás na pesquisa Datafolha, afirma que não avalia números e se dedica a trabalhar e pagar o voto para vencer.

A Unidade Popular oficializa apoio a Lula, mobilizando movimentos sociais e partidos de esquerda para o segundo turno contra Bolsonaro, com ênfase na estratégia de unificação da base progressista.

O FNAC destina R$ 7,1 bilhões em crédito para viabilizar projetos portuários e aeroportuários já estruturados, com metas de conclusão até 2030, dispensando novos leilões públicos.

A governadora Celina Leão mantém vantagem decisiva de 18 pontos percentuais sobre Leandro Grass no segundo turno, com 55% contra 37%, segundo Datafolha com margem de erro de 3 pontos.

Datafolha registra Flávio Bolsonaro com 52% contra Lula, 48%, superando a margem de erro e indicando polarização persistente no segundo turno.

O mais jovem deputado distrital, Victor Jansen (PL), 25 anos, defende manutenção do programa de internação e proteção infantil contra propostas de acesso de homens a banheiros de mulheres nas escolas.

O cumprimento da pena de quatro anos e dois meses de Eduardo Bolsonaro, por decisão do STF, intensifica o clima eleitoral ao evidenciar tensão entre justiça e polarização política.

A Grécia retirou sua embaixadora após confirmação de que ela obrigou funcionária a limpar com soda cáustica sem proteção, prática que gerou indenização trabalhista no Brasil.