– Eu fui a uma reunião com o JP. É maravilhoso. Ele me chama de amigo, me chama de irmão. Eu olho nos olhos dele e ele diz que sou o melhor. Pergunte ao Durcesio. Sabe, existem alguns termos interessantes nisso, mas o tribunal arbitral, na minha opinião, não tinha o direito de me remover da presidência. Eu tenho o direito constitucional de participar do processo e responder em juízo pelas questões que me afetam, e eu nunca fui parte na arbitragem. Ela nunca foi revogada. E não fazer parte do processo e ser informado de que tínhamos mudado de cargo… eu poderia ter lutado muito mais, mas o que eu fiz foi o diretor do clube social vir até mim e dizer: “John, por que não fazemos algo mais inteligente? Em quem você confia mais do que em qualquer pessoa aqui no Brasil?” Eu disse: “Durcesio”. E o JP olhou para mim e disse: “Bem, John, você não pode confiar em mim. Seja o que for que você faça, não confie em mim. Você não pode confiar no clube social”. Ele estava brincando comigo. Então, por que não tornamos o tribunal e a arbitragem desconfortáveis? Vamos combinar que o representante do setor social entre e ele conduzirá o tribunal. Para mim, essa é uma ótima solução. Não demorou muito para isso mudar, e quero falar sobre esse momento. Porque JP nos disse por muito tempo que não queria correr o risco de assinar a resolução dos acionistas, pois alguém poderia nos processar, alguém poderia nos contestar. Mostramos a ele claramente que ele tinha o direito de simplesmente votar com suas ações. Não estávamos pedindo nada controverso. Apenas dissemos: votem com suas ações pelo bem do clube. Mas ele não fez isso. Mas, de repente, ele tem um momento em que eu, junto com nossos advogados, conseguimos anular os direitos políticos da Eagle Biddle para que eles não pudessem votar. Nós sabemos disso. Vimos isso, certo? Isso estava previsto. Então, o que JP faz agora que eles não podem votar? Ele convoca uma assembleia geral. Ele diz: “Ok, agora tomei coragem. Vou votar.” E em que ele deveria votar? Uma autorização para aumentar o número de ações e permitir que o clube arrecadasse dinheiro. Ele faz isso? Não. Toma a grande e corajosa decisão de contratar um funcionário júnior do departamento de futebol para substituir Durcesio, a quem ele havia me prometido colocar no cargo. E me deixa um recado de voz dizendo: “John, tomei uma decisão difícil hoje. Uma decisão corajosa.” Bem, a corajosa decisão dele, no momento em que finalmente esperávamos que ele demonstrasse alguma coragem e votasse, ele deveria ter votado pelo bem do clube. Ele votou para colocar seu fantoche no lugar. E seu fantoche substituiu um dos presidentes mais respeitados da história. E ele enganou Durcesio e me enganou. Então, foi assim que ele usou a coragem.
John Textor acusa clube social de querer poder do Botafogo de volta
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