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Prefeitura de São Paulo troca coordenação do Smart Sampa após novo vazamento de câmeras

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 17:13
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Prefeitura de São Paulo troca coordenação do Smart Sampa após novo vazamento de câmeras
Fatos Rápidos da Notícia
  • Silvio Conceição Thomé assume a CTIS e Gustavo Zardi entra na Diretoria de Projetos do Smart Sampa
  • Pamella Cecarelli Candido deixa a coordenação do programa
  • Vazamento expôs acessos a câmeras privadas e públicas integradas ao monitoramento urbano
Resumo Editorial

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana anunciou mudanças na gestão do programa de videomonitoramento da capital, incluindo a saída de Pamella Cecarelli Candido, em meio à investigação de um vazamento que expôs acessos a milhares de câmeras privadas e públicas.

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana de São Paulo determinou mudanças na coordenação do programa Smart Sampa após a ocorrência de novos vazamentos de credenciais e links de transmissão. Silvio Conceição Thomé assumiu a Coordenadoria de Tecnologia, Integração e Segurança (CTIS), enquanto Gustavo Zardi passa a comandar a Diretoria de Projetos da mesma área; ambos já estão no cargo, mas as nomeações serão publicadas no Diário Oficial nos próximos dias. Com as alterações, Pamella Cecarelli Candido deixa a coordenação do programa.

O Smart Sampa é um aplicativo lançado pela Prefeitura em 23 de outubro que permite à população identificar veículos roubados, furtados ou clonados por meio da câmera do celular, ampliando o sistema de videomonitoramento que conta com 50 mil câmeras na capital. Segundo o governo municipal, a ferramenta já ajudou na captura de 3.661 foragidos, quase 7 mil prisões em flagrante, localização de 290 pessoas desaparecidas e recuperação de 4.009 veículos roubados ou furtados.

O novo episódio envolveu uma planilha com vídeos e acessos a câmeras de empresas privadas que colaboram com o monitoramento urbano; segundo reportagem do portal UOL, a falha comprometeu o sigilo de 17 mil câmeras. A Prefeitura classificou a divulgação dos dados como "ato criminoso" e anunciou abertura de investigações, enquanto a ANPD notificou o governo municipal cobrando explicações oficiais no prazo de cinco dias úteis.

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