O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT, acelera sua agenda de campanha nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, com atos programados em Belém (PA), Fortaleza (CE), Salvador (BA) e São Paulo (SP) até 3 de outubro, num calendário que inclui mais de 500 atividades em 27 capitais e centenas de municípios, enquanto o MP do Governo Lula que proíbe as bets já é efetivo e a propaganda eleitoral gratuita encerra em 1º de outubro.
Contexto Institucional e Estratégia de Mobilização Nacional
A campanha eleitoral segue em fase acelerada com a estratégia do PT de maximizar a presença do presidente Lula em regiões com maior concentração eleitoral, onde os três estados da região Sudeste — São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro — concentram 40% do eleitorado nacional, totalizando mais de 63,4 milhões de eleitores segundo o TSE.
A mobilização nacional sob o lema 'Bora, Lula' mobiliza mais de 500 atividades em todo o território brasileiro, com realização de caminhadas, carreatas, panfletagens, adesivaços e eventos culturais coordenados pelos diretórios estaduais e municipais do PT em diálogo com movimentos sociais e partidos aliados.
Mais de 500 atividades em 27 capitais e centenas de municípios marcaram a última semana da campanha eleitoral antes do primeiro turno.
Repercussão Jurídica e Diretrizes Próximas ao Segundo Turno
A decisão do Ministério Público Federal que proíbe as apostas esportivas já está em vigor, reforçando o arcabouço legal da campanha oficial que se limita à propaganda gratuita até 1º de outubro e restringe o uso de alto-falantes fixos nos atos finais, conforme normas estabelecidas pela Justiça Eleitoral.
Com a votação prevista para 4 de outubro, o calendário indica que os três dias anteriores serão dedicados à intensificação dos atos presenciais no Sudeste, especialmente em São Paulo, onde Lula deve participar do evento final em São Bernardo do Campo antes de votar na própria cidade.
34,1 milhões de eleitores, o equivalente a 21,48% do eleitorado nacional; Minas Gerais tem 16,4 milhões (10,32%); e o Rio de Janeiro, 12,9 milhões (8,10%).



