Em pronunciamento público na quarta‑feira (9), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reiterou que o fortalecimento institucional e a estabilidade jurídica constituem pilares indispensáveis para o crescimento econômico e o desenvolvimento social do Brasil, ao mesmo tempo em que manifestou confiança na condução equilibrada do ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, frente à crise institucional que assola o Judiciário.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
A entidade divulgou, em nota oficial, que a atual turbulência institucional, centrada no STF, compromete a previsibilidade dos negócios e a confiança da sociedade nas instituições republicanas; o Manifesto à Nação, assinado por cerca de 3 mil organizações produtivas lideradas pela Fiesp, representa aproximadamente 90% do PIB brasileiro e responde a cerca de 40 milhões de empregos gerados no país, exigindo respostas claras e transparentes dos magistrados.
Nos últimos dias, o Judiciário vive intensos embates que ameaçam a separação de poderes; a CNC defende a necessidade de um aprofundado aperfeiçoamento dos ritos procedimentais, do código de conduta e da eficiência dos órgãos de correição, propondo soluções perenes que reforcem a legitimidade da Corte e a confiança pública nas decisões judiciais.
A CNC afirmou que o fortalecimento institucional e a estabilidade jurídica são pilares indispensáveis para o crescimento econômico e o desenvolvimento social do País.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
A publicação da nota coincide com intenso debate sobre a atuação do STF, no qual o próprio ministro Edson Fachin tem sido alvo de críticas e questionamentos; autoridades da CNC reiteram que a condução equilibrada do presidente do Tribunal é fundamental para restaurar a ordem constitucional e evitar rupturas que possam afetar investimentos estratégicos.
O empresariado brasileiro clama por um ambiente previsível, transparente e guiado pela estrita aplicação das leis como único caminho para restabelecer a estabilidade macroeconômica e estimular a retomada dos investimentos, enquanto o Senado Federal é apontado como ator crucial na supervisão institucional e no equilíbrio entre os Três Poderes.



