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Polícia

Coordenador do Colégio Militar do Tocantins é investigado por castigos físicos e agressões verbais a alunos

PorO AntagônicoVerificadoOrtografia IAPublicado Há 54 min
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Coordenador do Colégio Militar do Tocantins é investigado por castigos físicos e agressões verbais a alunos
Fatos Rápidos da Notícia
  • Autoridades e órgãos oficiais acompanham os desdobramentos do tema apurado.
  • Os registros, decisões e dados centrais foram confirmados formalmente.
  • Medidas institucionais e regulatórias permanecem em curso e sob monitoramento.
Resumo Editorial

Investigação do MPTO apura tratamento degradante, incluindo castigos físicos e humilhações, ao aluno do Colégio Militar do Tocantins, com mais de 500 jovens matriculados.

Em Palmas, no distrito de Taquaruçu, o Colégio Militar do Estado do Tocantins, Unidade XX Duque de Caxias, administrado pela Polícia Militar e inaugurado em 2021 com capacidade para cerca de 500 alunos, enfrenta investigação do Ministério Público do Tocantins (MPTO) após denúncias de tratamento degradante a estudantes, incluindo castigos físicos, agressões verbais e imposição de atividades humilhantes como parte das medidas disciplinares adotadas.

Apuração e Contexto das Denúncias

A investigação foi iniciada em 14 de maio de 2026 com a formalização do inquérito civil pelo MPTO, após registro da denúncia anônima na O uvidoria do órgão, que apontou para punições coletivas aplicadas a alunos que não utilizaram o uniforme oficial durante um evento escolar.

Segundo os documentos encaminhados pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e pela Superintendência Regional de Educação, as condutas identificadas incluem gritos proferidos pelos responsáveis ou autoridade da unidade, tratamento ríspido aos estudantes e imposição de esforços físicos degradantes, tais como carregar madeira e tijolos pelo pátio da instituição, configurando possíveis violações ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Ponto de Destaque

Mais de 500 jovens matriculados em uma unidade militar que disciplina crianças e adolescentes sob risco de violar o ECA

Repercussão Institucional e Desdobramentos Legais

A 10ª Promotoria de Justiça da Capital determinou o encaminhamento dos autos à Corregedoria da Polícia Militar para apuração das responsabilidades disciplinares do coordenador suspeito, enquanto a Seduc foi intimada a apresentar, em até dez dias úteis, as medidas adotadas para adequar as normas internas às garantias do ECA.

A direção do colégio também foi demandada a fornecer documentação relativa aos estudantes envolvidos e informar se houve acompanhamento psicológico ou pedagógico efetivo, em um esforço para esclarecer o grau de responsabilidade institucional e prevenir novos casos.

Atenção / Ponto Crítico
A Corregedoria da PM tem prazo estipulado pela Promotoria para emitir parecer sobre a conduta do coordenador sob pena de responsabilização administrativa e possível suspensão cautelar da unidade.

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