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O Colégio Basílio Chrum. As Brincadeiras. A Morte do Adolescente. A Polícia Civil e a Investigação: entenda os detalhes da apuração

PorO AntagônicoVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 14:33
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O Colégio Basílio Chrum. As Brincadeiras. A Morte do Adolescente. A Polícia Civil e a Investigação: entenda os detalhes da apuração
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Polícia Civil investiga a morte de Luigi Gabriel da Cruz Sales, de 12 anos, após ele se machucar durante uma brincadeira com amigos no pátio do Colégio Estadual Professor Basílio Chrum, em Castro, Paraná
  • Luigi ficou internado por mais de uma semana e morreu no sábado (4), cinco dias após o acidente, que ocorreu em 25 de setembro
  • O Consórcio Intermunicipal do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (CimSAMU) instaurou procedimento administrativo para apurar a atuação do serviço no atendimento ao chamado, que ocorreu com um lapso de 45 minutos entre o chamado e o encaminhamento
Resumo Editorial

A morte de Luigi Gabriel, após 45 minutos de espera por socorro, acusa falha institucional na comunicação entre escola e Samu, sob investigação policial de 30 dias.

A morte de Luigi Gabriel da Cruz Sales, de 12 anos, após o impacto de um acidente durante brincadeira no pátio do Colégio Estadual Professor Basílio Chrum, em Castro, nos Campos Gerais paranaenses, acendeu alertas sobre a responsabilidade institucional na prestação de socorro emergencial e sob a lupa da investigação policial por possível omissão nas ações do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Contexto Institucional e Histórico da Apuração Policial

A Polícia Civil, sob o comando do delegado Marcondes Ribeiro, instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da queda que vitimou Luigi, que se encontrava entre sete estudantes envolvidos em uma brincadeira coletiva no qual quatro participantes puxavam uma criança abaixada por meio de impulso para que permanecesse em pé; ao aplicar o movimento com Luigi, ele caiu de frente no chão, atingindo o tórax, conforme registrado pelas câmeras de segurança da escola, cujo conteúdo não foi divulgado publicamente.

O episódio ocorreu em 25 de setembro, com Luigi sendo encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento apenas às 16h25 — 45 minutos após o chamado inicial registrado pela instituição educacional —, levantando questionamentos sobre a eficácia do protocolo de comunicação entre a escola e o CimSAMU, órgão responsável pelo atendimento emergencial na região.

Ponto de Destaque

Luigi Gabriel morreu cinco dias após o acidente, que deixou um lapso de 45 minutos entre o chamado e o encaminhamento do Samu.

Repercussão Jurídica e Estratégias de Apuração da Responsabilidade

A morte do estudante foi formalmente enquadrada como acidente, porém o delegado Marcondes Ribeiro destacou que as investigações seguirão para averiguar se houve falha na prestação de socorro ou omissão institucional por parte da escola e do serviço de urgência, com possibilidade de responsabilização civil e administrativa.

O Consórcio Intermunicipal do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (CimSAMU) declarou luto oficial e confirmou a abertura de procedimento administrativo interno para analisar a conduta da equipe no atendimento ao chamado registrado às 15h40.

Atenção / Ponto Crítico
A investigação policial tem prazo máximo de 30 dias para concluir laudo pericial e definir eventuais responsabilidades civis ou criminais no caso.

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