O debate eleitoral da TV, marcado para quinta-feira (1º/10), corre o risco de ser desdobrado em conflito judicial após a campanha de Renan Santos (Missão) ameaçar recorrer à Justiça caso a emissora não o inclua na programação, em razão da eventual ausência do presidente Lula (PT).
Contexto Institucional e Jurídico da Regra de Participação
A TV restringe os convites aos candidatos que possuem ao menos cinco representantes no Congresso Nacional, conforme critério estabelecido pela legislação eleitoral brasileira, impedindo a participação de Renan Santos, cujo partido não atinge o patamar exigido para garantir vaga nos debates oficiais.
Até o momento, a emissora convocou Lula, Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante), todos com representatividade parlamentar suficiente para comprovar elegibilidade segundo os parâmetros do TSE.
"Renan Santos lidera as pesquisas de intenção de voto e deve assumir a vaga deixada por Lula caso algum dos convidados oficiais desista do debate."

