Na quarta-feira (27), o atacante Paulinho, referência do Palmeiras no ataque, foi diagnosticado com lesão no tendão do adutor longo da perna direita, após sentir desconforto durante o treino de preparação para a partida contra o Mirassol, pelo Campeonato Brasileiro.
Contexto Médico e Desdobramentos do Incidente
O diagnóstico foi confirmado pelo Núcleo de Saúde e Performance (NSP) do clube, que constatou a ruptura parcial do tendão, condição que exige afastamento prolongado e reforça a complexidade do quadro clínico do atleta, já que se trata de uma nova complicação, desprovida de relação com a cirurgia realizada no mesmo membro no ano anterior para tratar uma contusão na canela direita.
Paulinho havia retornado à atividade física na semana anterior, após um período de recuperação estimado em duas a três semanas por conta de uma lesão muscular sofrida em 15 de setembro, mas o progresso foi interrompido por esta nova lesão tendínea, que o mantém fora dos gramados por mais três semanas após a consolidação da recuperação cirúrgica prévia.
Paulinho permanece sob afastamento de três semanas após diagnóstico de lesão no tendão do adutor direito, que ameaça sua disponibilidade nas próximas fases do Brasileirão.
Repercussão Técnica e Perspectivas de Retorno
O diretor de futebol Anderson Barros destacou a confiança no processo de reabilitação conduzido pelo NSP, ressaltando que o jogador mantém comprometimento rigoroso com os protocolos e que sua recuperação cirúrgica anterior já está consolidada, sinalizando condições favoráveis para um retorno efetivo aos altos níveis técnicos.
Segundo o médico Pedro Pontin, responsável pela saúde do elenco, a lesão ocorreu em fase avançada da recuperação, quando o atleta volta gradualmente às demandas específicas do futebol — força explosiva e velocidade — fator que pode comprometer a integridade do tendão em situações de sobrecarga progressiva.



