Em meio a um cenário de transformação econômica global, onde a queda dos juros e o reerguimento das cadeias produtivas impulsionam novas perspectivas de crescimento, o CEO do Citi no Brasil, André Cury, identificou no país um dos principais polos de oportunidades estratégicas para investimentos em segurança alimentar, energia limpa e tecnologia de inteligência artificial.
Contexto Institucional e Perspectivas Estratégicas do Setor
A avaliação do executivo foi proferida durante entrevista exclusiva ao, na qual destacou que o Brasil consolida-se como fornecedor estratégico em commodities agrícolas, energia sustentável e insumos críticos para a indústria de inteligência artificial, setores que recebem crescente atenção de capitais internacionais.
Cury reforçou a visão de que o país, historicamente reconhecido como celeiro global, detém condições estruturais favoráveis para captar investimentos em infraestrutura produtiva e transição energética, especialmente diante do alinhamento com demandas estruturais do mercado global.
O Brasil possui potencial para movimentar R$ 280 bilhões no PIB até 2028, impulsionado pelo Pix e pelo desenvolvimento dos setores agrícola, energético e tecnológico.
Repercussão Técnica e Compromissos Institucionais
A posição do Citi reflete um consenso entre instituições financeiras globais que reconhecem o Brasil como ator central na nova geoeconomia, onde a combinação de recursos naturais, capital humano e ambiente regulatório favorável atrai investimentos em escala multidimensional.
Especialistas apontam que a continuidade das políticas de estímulo ao agronegócio, à matriz energética limpa e à inovação tecnológica pode consolidar o país como referência em segurança alimentar e energética no hemisfério sul.



