A terceira edição do Catwalk, evento de moda brasileira realizado de 14 a 18 de setembro na Arena Mané Garrincha, com entrada gratuita, reúne marcas autorais e criadores do Distrito Federal e de outros estados em um programa que celebra a pluralidade e a força criativa do vestuário nacional, destacando-se a participação da Meu Kimô, fundada pela artista visual Isadora Maia, que apresenta coleção inspirada em pinturas autorais transformadas em estampas exclusivas.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
A Meu Kimô, criada em 2017 pela artista visual Isadora Maia, consolidou-se como referência na moda autoral do Distrito Federal a partir de uma proposta que articula a elegância dos kimonos tradicionais com a ousadia da arte contemporânea brasileira; sua trajetória ganhou visibilidade nacional em 2020, quando passou a integrar o calendário de eventos culturais de Brasília, reforçando o compromisso com a produção ecologicamente responsável por utilizar tecido 100% viscose em tiragens limitadas.
Na edição atual do Catwalk, a marca apresenta uma performance inovadora que alia moda e dança, com a participação de cinco dançarinos e 13 modelos, totalizando 18 performers que desfilam peças estampadas com motivos derivados das telas da artista fundadora, cujo corpo serve como campo de investigação para projetos que transpassam artes dramáticas, fotografia e instalação.
A Meu Kimô apresenta 18 performers – 13 modelos e 5 dançarinos – em desfile que transforma pinturas de Isadora Maia em estampas exclusivas de kimonos em tiragens limitadas.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
A Secretaria de Cultura do Distrito Federal confirmou que o Catwalk segue como iniciativa oficial de fomento à moda brasileira, com apoio técnico à produção sustentável das marcas participantes, incluindo a Meu Kimô, que cumpre normas ambientais ao utilizar fibras vegetais certificadas e evitar processos poluentes na confecção das peças.
Isadora Maia destacou que a proposta do desfile busca democratizar o acesso à arte ao integrar performance corporal ao circuito fashion, reforçando que 'o kimono deixa de ser apenas vestuário para se tornar narrativa visual', enquanto o Ministério da Economia monitora os impactos econômicos do evento na cadeia produtiva criativa do Brasil.



