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Polícia

Laudo Policial aponta desvio de R$ 108 milhões do Wi‑Fi Livre SP para produção do filme Dark Horse

PorO AntagônicoVerificadoOrtografia IAPublicado Há 40 min
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Laudo Policial aponta desvio de R$ 108 milhões do Wi‑Fi Livre SP para produção do filme Dark Horse
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Polícia Civil de São Paulo identificou suspeitas de desvio de recursos públicos do programa 'WiFi Livre SP', contratado pelo Instituto Conhecer Brasil (ICB), para custear a produção do filme 'Dark Horse' sobre Jair Bolsonaro.
  • O relatório aponta que o contrato com o ICB cobrou R$ 1.800,00 por ponto de internet, valor pelo menos duas vezes superior ao praticado pela Prodam (R$ 230,00 para implantação e R$ 306,00 para manutenção), configurando cobrança exorbitante.
  • O STF determinou o levantamento do sigilo de documentos da Justiça de São Paulo que detalham a suspeita de confusão patrimonial e desvio de verba pública, com diferença de R$ 26 milhões entre valores pagos e serviços efetivamente prestados.
Resumo Editorial

Laudo da Polícia Civil revela desvio de R$ 108 milhões do Wi‑Fi Livre SP para produção do filme Dark Horse, com contrato superfaturado e 1.800 pontos não instalados.

Desvio de Recursos do Wi‑Fi Livre SP para Produção de Filme Levanta Suspeitas de Irregularidades

Ponto de Destaque

Correspondendo a uma cobrança pelo menos duas vezes superior aos preços usualmente praticados pela Administração Municipal

O relatório da investigação também destaca que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o levantamento do sigilo de documentos da Justiça de São Paulo que detalham a suposta confusão patrimonial e o desvio de verbas, com diferença apontada de R$ 26 milhões entre os valores efetivamente pagos e os serviços realmente prestados. A justiça determinou a disponibilização desses documentos após pedido do ministro Flávio Dino, permitindo maior transparência no acompanhamento das apurações.

Conforme o laudo, a principal investigada seria Karina Ferreira da Gama, que preside o ICB e atua como sócia da produtora Go Up Entertainment, responsável pela produção do filme. A Polícia Civil identificou "consistentes suspeitas" de que recursos do programa Wi‑Fi foram redirecionados por meio das contas das empresas subcontratadas e das organizações sociais geridas por Karina, com objetivo de lavar valores desviados do erário paulista. A relação entre ICB, Go Up e demais entidades ligadas à investigada estaria no centro das suspeitas de confusão patrimonial.

Ponto de Destaque

R$ 26 milhões

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