O Remo acumulou R$ 2.647.265,95 em acordos e rescisões com treinadores em 2026, com destaque para os valores de R$ 1.447.265,95 referentes à saída de Juan Carlos O sorio e cerca de R$ 1,2 milhão vinculados ao desligamento de Léo Condé, configurando um pesado ônus financeiro para a instituição antes do término da temporada.
Contexto Institucional e Financeiro das Rescisões Técnicas
A apuração do valor total gasto pelo Remo com rescisões de comissão técnica em 2026 revela um montante significativo, com a maior parte já desembolsada pelo clube, conforme comprovado por documentos internos e registros contábeis oficiais.
Antecedentes indicam que Juan Carlos O sorio encerrou seu vínculo com o Remo após acordo judicial para regularizar pendências contratuais durante a temporada, enquanto Léo Condé foi desligado em setembro mediante acordo aproximado de R$ 1,2 milhão, valor equivalente a dois salários mensais do treinador, que recebia em torno de R$ 600 mil por mês.
O Remo desembolsou mais de R$ 2,6 milhões em acordos com treinadores em 2026, incluindo R$ 1,4 milhão para encerrar o contrato de O sorio e R$ 1,2 milhão para rescindir o vínculo de Léo Condé.
Repercussão Legal e Desafios O peracionais
A Justiça do Trabalho já validou o acordo com O sorio, consolidando a responsabilidade solidária do Remo com os valores devidos, enquanto a rescisão de Léo Condé segue sob análise jurídica para garantir compliance com as normas trabalhistas vigentes no âmbito esportivo.
A diretoria técnica do clube já confirmou a posse de Thiago Carpini como novo treinador para o restante da Série A, mas o peso financeiro das demissões anteriores exige cautela na gestão de recursos para evitar impactos no planejamento esportivo e orçamentário.



