Carregando...
Voltar para a página inicial
Geral

PM e PCERJ iniciam operação com fuzis antidrones contra crime organizado no Rio

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 02:05
Ouvir NotíciaRecurso Beta

Locução neural da Yumi IA em português

0:000:00
PM e PCERJ iniciam operação com fuzis antidrones contra crime organizado no Rio
Fatos Rápidos da Notícia
  • As Polícias Militar e Civil do Rio de Janeiro receberam, nesta quinta-feira (22), os primeiros fuzis antidrones para atuar contra o crime organizado no estado.
  • O armamento Jammer Antidrone é capaz de interromper a frequência de sinais em até três quilômetros, sem disparar munições, apenas ondas de radiofrequência e sinais eletromagnéticos.
  • A aquisição dos equipamentos, que custou R$ 5 milhões, foi entregue por representantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública e visa combater o uso de drones por criminosos para transportar armas, drogas e granadas.
Resumo Editorial

A aquisição de fuzis antidrones, custeados com R$ 5 milhões federais, permite neutralizar drones criminosos em até 3 km sem tiros, fortalecendo o combate ao crime organizado no Rio.

Nesta quinta-feira (22), as Polícias Militar e Civil do Rio de Janeiro receberam os primeiros fuzis antidrones, equipamentos de tecnologia eletromagnética destinados a neutralizar o uso criminoso de drones na interrupção de voos e combate ao crime organizado no estado, marcando uma nova fase operacional na estratégia de segurança pública.

Contexto Institucional e O peracional da Aquisição

A entrega oficial dos equipamentos ocorreu por meio de representantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública, após aprovação orçamentária que autorizou o investimento de R$ 5 milhões para a compra de tecnologia antidrones, conforme documento técnico do órgão federal vinculado à segurança pública.

A tecnologia 'Jammer Antidrone', comercializada sob a denominação popular de 'bazuca antidrone', opera por meio da emissão de ondas eletromagnéticas e sinais de radiofrequência capazes de desestabilizar a comunicação entre o controle remoto do drone e seus sensores, sem recorrer a projéteis ou munições, limitando seu alcance efetivo a até três quilômetros, medida que se configura como resposta direta às práticas emergenciais de criminosos que utilizam dispositivos aéreos para logística ilícita.

Ponto de Destaque

O armamento antidrones, adquirido com recurso federal de R$ 5 milhões, interrompe sinais de drones em até três quilômetros sem disparar munições, representando avanço tecnológico na repressão ao crime organizado.

Repercussão Estratégica e Desdobramentos Futuramente

A Polícia Militar informou que os novos equipamentos serão integrados às unidades operacionais já destacadas para o enfrentamento do crime organizado, com treinamento específico para os agentes visando garantir uso seguro e eficiente das armas antidrones em operações reais contra facções criminosas que utilizam drones para transporte de armamentos, entorpecentes e explosivos.

As autoridades destacaram que a implementação desse sistema faz parte de um plano estratégico mais amplo que inclui reforço da inteligência aérea e monitoramento integrado, com previsão de expansão para outras unidades da corporação nos próximos meses.

Atenção / Ponto Crítico
A utilização indevida dos drones por criminosos pode acarretar sanções penais previstas no Código Penal, com pena máxima de quatro anos de reclusão para quem empregar aeronave aérea auxiliar na prática delitiva.

Verificação Editorial Giro Mix News

Conteúdo apurado, sintetizado e verificado com a inteligência editorial Yumi IA.

Conhecer Yumi IA →
Feedback anônimo dos leitores

Notícias Relacionadas

RÁDIO WEB

GiroMix Rádio