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Brasileiro de Tucuruí morre em combate na Ucrânia e família busca apoio do Itamaraty para trazer o corpo ao Pará

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 11:57
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Brasileiro de Tucuruí morre em combate na Ucrânia e família busca apoio do Itamaraty para trazer o corpo ao Pará
Fatos Rápidos da Notícia
  • Hendrick Lima Gonçalves, de 22 anos e natural de Tucuruí (PA), morreu em combate na Ucrânia em 30 de outubro;
  • A família confirmou a morte no sábado (31) e tenta obter informações sobre o corpo e procedimentos para trazê-lo ao Brasil;
  • Parentes entraram em contato com o consulado brasileiro e com o Itamaraty para solicitar assistência consular;
Resumo Editorial

Hendrick Lima Gonçalves, de 22 anos, natural do sudeste paraense, morreu na guerra da Ucrânia no dia 30 de outubro. Desde a confirmação do óbito, parentes tentam localizar o corpo e obter apoio consular para o traslado ao Brasil, enquanto aguardam respostas sobre documentação e pertences pessoais.

O jovem brasileiro Hendrick Lima Gonçalves, de 22 anos, morreu em combate na guerra da Ucrânia em 30 de outubro. Natural de Tucuruí, no sudeste do Pará, ele teve o óbito confirmado à família no sábado (31). Desde então, os parentes buscam informações sobre as circunstâncias da morte, a localização do corpo e os procedimentos necessários para trazê-lo de volta ao Brasil. Até esta segunda-feira (2), não havia confirmação sobre a localização exata nem sobre a liberação do corpo, tampouco previsão para um possível traslado ao Pará.

A família já entrou em contato com o consulado brasileiro e com o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty). Nas redes sociais, a irmã Beatriz Correa relatou que as respostas não são imediatas devido à burocracia, à necessidade de envio de documentos e à diferença de fuso horário. Ela também afirmou que a missão militar do jovem não foi totalmente concluída, o que dificulta o acesso a informações oficiais, sendo que os relatos principais vêm de outros combatentes. “Infelizmente é quase impossível encontrar ele agora, porque era uma área de risco. Quem está lá diz que se alguém tentar resgatar o corpo, pode ser atingido”, desabafou Beatriz. Os familiares buscam ainda regularizar a documentação do jovem e recuperar seus pertences pessoais e medalhas militares. “O que a gente quer mesmo é correr atrás dos documentos, das medalhas dele, se sentir representado por ele, e seguir em frente, saber se confortar com a dor”, relatou a irmã.

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Tags:Ucrânia

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