A pesquisa Quaest, divulgada em 21 de setembro, aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) tecnicamente à frente em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 42% das intenções de voto, enquanto Lula registra 41%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais estabelecida pelo levantamento. O s dados, coletados entre 17 e 20 de setembro com amostragem de 2.004 eleitores e nível de confiança de 95%, reforçam um cenário de polarização acirrada, no qual a diferença entre os candidatos é mínima, mas estatisticamente relevante.
Contexto Institucional e Metodologia da Pesquisa
A pesquisa Quaest, registrada sob o número BR-06004/2026, foi conduzida com rigor metodológico entre 17 e 20 de setembro, entrevistando 2.004 pessoas com idade igual ou superior a 16 anos, em amostra representativa da população brasileira. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%, indicando solidez estatística para a análise do cenário eleitoral em um dos momentos mais críticos da campanha presidencial.
Antecedentes indicam que Flávio Bolsonaro já havia assumido vantagem numérica sobre Lula em pesquisa anterior, realizada em 14 de setembro, quando obteve 42% contra 40% do presidente em intenção de voto, sinalizando uma tendência de consolidação da liderança do candidato do PL no embate direto com o petista.
Flávio Bolsonaro aparece à frente com 42% dos votos contra 41% de Lula na simulação de segundo turno da pesquisa Quaest.
Repercussão Política e Desdobramentos do Cenário Eleitoral
A vantagem técnica observada no levantamento tem gerado reações imediatas por parte dos partidos e pré-candidatos, com aliados de Flávio destacando a consistência da tendência e setores lulistas questionando a confiabilidade dos dados, embora nenhum órgão oficial tenha ainda validado ou contestado formalmente os números divulgados pela instituição.
Especialistas em ciência política apontam que esse tipo de empate técnico entre os principais candidatos reflete a estagnação do eleitorado no segundo turno, onde a decisão final dependerá de fatores como desempenho em debates, atuação da campanha e eventuais desvios inesperados no comportamento das urnas.



