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Política

Van Hattem aciona Justiça Eleitoral contra Manuela D’Ávila por desinformação eleitoral

PorFelipe SalgadoVerificadoOrtografia IAPublicado Há 52 min
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Van Hattem aciona Justiça Eleitoral contra Manuela D’Ávila por desinformação eleitoral
Fatos Rápidos da Notícia
  • Marcel van Hattem (Novo) ajuizou notícia-crime contra Manuela D’Ávila (PSol) na Justiça Eleitoral em 18/9, alegando que publicações dela espalharam informações falsas sobre Rui Denardin, doador de campanha, pedindo investigação da Polícia Federal
  • A Justiça Eleitoral determinou a remoção de quatro publicações de Manuela D’Ávila e considerou falsas as acusações de que Denardin lavou dinheiro para o PCC e ligou-se ao PCC, destacando que não se pode atribuir conduta de empresa à pessoa física sem elementos individualizados
  • As publicações de Manuela atingiram quase 500 comentários e mais de 1 mil compartilhamentos em oito horas, e outra alcançou quase 900 comentários e quase 3 mil compartilhamentos, levando a defesa a solicitar a apuração de quem disseminou o conteúdo e o preservação dos dados pelo Instagram
Resumo Editorial

Marcel van Hattem aciona Justiça Eleitoral contra Manuela D'Ávila por divulgar conteúdo falso sobre Rui Denardin, pedindo apuração da Polícia Federal e remoção imediata das publicações com risco de multa.

O candidato do Novo, Marcel van Hattem, ingressou com notícia-crime na Justiça Eleitoral contra a candidata do PSol, Manuela D'Ávila, na sexta-feira (18/9), sob o argumento de que publicações dela espalharam informações falsas sobre Rui Denardin, doador de campanha, pedindo a investigação da Polícia Federal para apurar a veracidade das alegações de lavagem de dinheiro e vínculo com o PCC.

Contexto Jurídico e Apuração das Alegações

A ação foi fundamentada na suposta disseminação de conteúdo inverídico nas redes sociais, onde Manuela D'Ávila publicou, em 11 de setembro, um vídeo e um carrossel no Instagram afirmando que Rui Denardin haveria lavado dinheiro para o Partido dos Trabalhadores (PCC) e estaria ligado à organização criminosa, além de relacioná-lo ao Banco Luso Brasileiro (BLB).

A defesa de Marcel van Hattem sustenta que tais alegações são infundadas e que a documentação apresentada não sustenta a acusação de lavagem de dinheiro ou vínculo pessoal com o PCC, destacando que a investigação penal contra uma pessoa jurídica não permite a atribuição automática a pessoa física sem elementos individualizados, conforme decisão da Justiça Eleitoral que determinou a remoção de quatro publicações e reconheceu a falsidade das imputações.

Ponto de Destaque

As publicações de Manuela D'Ávila alcançaram quase 500 comentários e mais de 1 mil compartilhamentos em oito horas, enquanto outra atingiu quase 900 comentários e quase 3 mil compartilhamentos.

Repercussão Institucional e Próximos Desdobramentos

A Justiça Eleitoral reconheceu a falsidade das acusações contra Denardin e destacou que não se pode imputar à pessoa física a conduta atribuída à empresa sem elementos individuais, reforçando a necessidade de apuração sobre quem efetivamente disseminou o conteúdo e solicitando que o Instagram preserve os dados relevantes para esclarecer eventuais violações eleitorais.

A defesa de Manuela D'Ávila ainda não se manifestou publicamente sobre as determinações judiciais, mas os advogados da parlamentar continuam atuando para garantir o acesso aos conteúdos digitais e avaliar possíveis recursos contra as decisões da Corte Eleitoral.

Atenção / Ponto Crítico
A Justiça Eleitoral determinou prazo para remoção imediata das publicações consideradas falsas, sob pena de multa por violação à lei eleitoral.

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