O Ministério da Fazenda revisou a projeção de crescimento do PIB para 2026, reduzindo-a de 2,3% para 2%, sinalizando cautela em face de indicadores econômicos que apontam para desaceleração do consumo das famílias, aumento da inadimplência e pressões inflacionárias persistentes.
Diagnóstico Macroeconômico e Desafios estruturais
O consumo das famílias representa 55% do PIB brasileiro, mas sua contribuição está sendo dilapidada pelo aumento da inadimplência e do endividamento.



