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Polícia

Justiça mantém prisão preventiva de Alana Késsia por homicídio com espingarda de pressão em Santarém

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 54 min
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Justiça mantém prisão preventiva de Alana Késsia por homicídio com espingarda de pressão em Santarém
Fatos Rápidos da Notícia
  • Alana Késsia Figueira Santos foi presa preventivamente pela Justiça de Santarém, no oeste do Pará, após decisão do juiz Manuel Carlos de Jesus Maria em audiência de custódia realizada na segunda-feira (12).
  • O crime ocorreu na noite de domingo (11), na rodovia Fernando Guilhon, no bairro Santarenzinho, onde Luiz Kleber Macambira Mota, 44 anos, foi baleado no peito com espingarda de pressão e morreu no local após tentativas de reanimação do Samu.
  • A suspeita confessou o disparo durante depoimento, alegou temor por invasão e presença de pessoas armadas no local, e a arma utilizada foi identificada como Nitro, tipo de espingarda de pressão com gás pressurizado.
Resumo Editorial

A prisão preventiva de Alana Késsia, acusada de homicídio com espingarda de pressão em Santarém, foi decretada com base em indícios robustos de autoria e materialidade.

Na noite de domingo (11), por volta das 21h30, na rodovia Fernando Guilhon, no bairro Santarenzinho, zona oeste de Santarém, um homicídio se consumou após discussão que envolveu Luiz Kleber Macambira Mota, 44 anos, e Alana Késsia Figueira Santos, 34 anos; a vítima foi baleada no peito com espingarda de pressão e veio a falecer no local, enquanto a suspeita foi apreendida em flagrante e submetida à prisão preventiva pela Justiça local no dia seguinte.

Contexto Jurídico e Factual do Fato Investigado

A prisão preventiva de Alana Késsia Figueira Santos foi decretada pelo juiz Manuel Carlos de Jesus Maria em audiência de custódia realizada na manhã de segunda-feira (12), um dia após o homicídio ocorrido na rodovia Fernando Guilhon, onde o agente Luiz Kleber Macambira Mota foi atingido mortalmente por disparo de espingarda de pressão, conforme laudo pericial preliminar e registro policial oficializado pela Polícia Civil de Santarém.

O caso, que mobilizou imediatamente as forças de segurança e o Ministério Público Estadual do Pará, contabiliza indícios robustos de materialidade e autoria, com a suspeita tendo confessado o disparo durante depoimento policial subsequente ao qual admitiu ter agido por temor diante da suposta presença de indivíduos armados e possível invasão ao domicílio vizinho.

As circunstâncias apuradas revelam que o crime aconteceu após uma discussão em que a vítima e outras pessoas estavam na calçada da residência quando a suspeita teria solicitado o distanciamento do local, fato que desencadeou conflitos verbais e culminou no uso letal da arma por parte da investigada.

Ponto de Destaque

Luiz Kleber Macambira Mota morreu após ser baleado no peito com espingarda de pressão na noite de domingo na rodovia Fernando Guilhon.

Repercussão Legal e Desdobramentos da Investigação

O juiz Manuel Carlos de Jesus Maria justificou a prisão preventiva com base na necessidade de garantir a ordem pública e preservar a instrução criminal, considerando os indícios consistentes da autoria e da materialidade do delito, nos termos do artigo 312 do Código de Processo Penal brasileiro.

A Delegacia Territorial de Santarém, sob comando do delegado Kléber Pascoal, avança nas investigações para esclarecer os elementos que motivaram o confronto, incluindo a dinâmica do grupo presente no local e a origem da arma Nitro, enquanto o Ministério Público analisa a possibilidade de tipificação qualificada como homicídio qualificado.

A defesa da acusada ainda não apresentou contestação formal ao mérito da prisão preventiva, mas manifestação institucional está prevista nos próximos dias para eventual impugnação nos autos.

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Atenção / Ponto Crítico
A prisão preventiva pode ser revogada se não houver comprovação dentro do prazo legal máximo de 30 dias da manutenção da medida cautelar pela Justiça.

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