Na madrugada de 13 de abril, um avião de matrícula PP-WMO, que transportava o cantor Rey Vaqueiro e sete ocupantes, pegou fogo após sair da pista de pouso particular em Parelhas, no Seridó do Rio Grande do Norte, sem deixar feridos graves entre os oito ocupantes, sendo dois tripulantes e seis passageiros.
Contexto Institucional e Procedimentos de Investigação
A apuração realizada pelo Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte confirmou a ocorrência do incêndio imediato após a saída da aeronave da pista, com a localização das turbinas em chamas em área próxima à mata nativa, sendo o resgate efetuado em cinco horas de trabalho conjunto entre equipes da corporação e profissionais médicos que atenderam os ocupantes no hospital municipal.
O episódio mobilizou órgãos estratégicos da aviação civil e militar, com o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) recebendo solicitação formal de investigação por parte dos bombeiros e a Força Aérea Brasileira acionando o Seripa II no mesmo dia para coordenar as perícias técnicas necessárias ao apuramento das causas do acidente.
O fogo atingiu as duas turbinas do avião PP-WMO, que estavam totalmente incendiadas antes do resfriamento e consumo residual do combustível.
Repercussão O ficial e Desdobramentos Futuros
A FAB, por meio de nota oficial, comunicou que o Seripa II foi acionado no domingo para conduzir as investigações, coletando dados cruciais que serão analisados em conjunto com as informações do Cenipa, enquanto o tenente-coronel Lima Verde, responsável pelo atendimento de emergência, classificou o resultado como 'um milagre' devido à ausência de vítimas fatais.
Com os shows previstos em Custódia e Canhotinho, em Pernambuco, sendo cancelados por ordem do artista, que confirmou a integridade física de sua equipe e o recebimento de cuidados médicos adequados, o caso reforça a necessidade de protocolos rigorosos em operações aéreas em aeródromos particulares.



