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Política

Candidato do PL aciona TSE contra Luísa Sonza por showmício pró-Lula em Tropicadelia

PorGabriel PirovaniVerificadoOrtografia IAPublicado Há 42 min
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Candidato do PL aciona TSE contra Luísa Sonza por showmício pró-Lula em Tropicadelia
Fatos Rápidos da Notícia
  • Lucas Pavanato protocolou ação eleitoral no TSE contra Luísa Sonza por suposto showmício pró-Lula no festival Tropicadelia em Londrina, Paraná, no dia 27 de setembro
  • A acusação aponta que o show violaria a Lei das Eleições ao utilizar estrutura privada de grande alcance para pedidos de voto e exibir símbolos de campanha, com valor atribuído de R$ 50 mil
  • Pavanato solicita liminar no TSE para proibir manifestações políticas, pedidos de voto ou adereços eleitorais de Luísa em shows até 2026, com multa mínima de R$ 100 mil por evento
Resumo Editorial

Candidato do PL move ação no TSE contra Luísa Sonza por showmício pró-Lula de R$ 50 mil no Tropicadelia, com pedido de liminar para vedar adereços eleitorais e multa mínima de R$ 100 mil por evento.

O candidato federal Lucas Pavanato (PL-SP) protocolou ação eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a cantora Luísa Sonza, alegando que sua apresentação no festival Tropicadelia, em Londrina (PR), configurou showmício pró-Lula com valor de R$ 50 mil, violando a Lei das Eleições e pedindo liminar para vedar manifestações políticas e adereços eleitorais nos shows até 2026, sob multa mínima de R$ 100 mil por evento.

Contexto Institucional e Procedimentos da Ação Judicial

A denúncia formal, protocolada em 27 de setembro de 2024, fundamenta-se na suposta utilização da estrutura do evento privado do festival — com alcance superior ao de campanhas oficiais — para divulgar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com a frase 'Dia 4 de outubro não esqueçam, é Lula 13!' proferida durante o show.

A apuração revela que Pavanato sustenta que o ato viola o artigo 39, §7º da Lei das Eleições, ao configurar uso indevido de meios de comunicação e concentração de poder econômico, configurando abuso de poder por meio de espetáculo cultural com finalidade eleitoral, demandando assim a suspensão imediata de qualquer manifestação política ou pedido de voto em seu repertório.

Ponto de Destaque

O valor atribuído à suposta infração ultrapassa R$ 50 mil, com multa mínima fixada em R$ 100 mil por evento caso a liminar seja concedida.

Repercussão Legal e Desdobramentos Políticos

A defesa de Pavanato reforça que o show desequilibra a disputa democrática ao transformar entretenimento em ferramenta de campanha, citando precedentes jurisprudenciais que vedam uso de artistas para animar comícios e pedidos de voto.

Enquanto a assessoria de Luísa Sonza busca manter silêncio oficial, o TSE ainda não se pronunciou sobre o pedido liminar, deixando o caso sob tensão entre liberdade artística e regulação eleitoral.

Atenção / Ponto Crítico
Caso a liminar seja concedida, multas de até R$ 100 mil por evento serão aplicáveis até 2026.

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