A Receita Federal, em coordenação com a Polícia Federal, identificou que o crime organizado é o principal comprador de medicamentos contrabandeados de tirzepatida — comercializados no Paraguai sob nomes como TG, Lipoless e Lipoland — e que a importação ilegal desses produtos, apesar de proibida no Brasil exceto para o Mounjaro com receita médica, movimenta redes de WhatsApp e transportadoras como a J&T Express, que atuam com total impunidade nas fronteiras de Mato Grosso do Sul.
Contexto Institucional e Dinâmica do Contrabando
Mais de 80% dos medicamentos GLP-1 contrabandeados do Paraguai são adquiridos pelo crime organizado, segundo dados da Receita Federal



