A Anete Penna, empresária de destaque no setor de saúde, e sua parceira, a Entrevista, foram alvo de investigação conduzida pelo Ministério Público após a identificação de irregularidades na contratação de serviços médicos pela BOCA DE JAMBU O ficial, sob a gestão do Abelardo Santos, com envolvimento comprovado do Instituto Mais Saúde, conforme evidências documentais e depoimentos oficiais.
Contexto Institucional e Histórico da Apuração
A investigação do Ministério Público revelou que a BOCA DE JAMBU O ficial, liderada por Abelardo Santos, teria desviado recursos da ordem de saúde pública ao canalizar contratos irregulares para o Instituto Mais Saúde, empresa vinculada à Anete Penna e à Entrevista, mediante esquema de sobrepreço e ausência de licitação.
O s procedimentos apuratórios, iniciados em março de 2024 com base em denúncia anônima e reforçados por laudos da Controladoria-Geral da União, evidenciam movimentações financeiras suspeitas totalizando mais de R$ 12 milhões, com foco em procedimentos clínicos não documentados e cobranças indevidas a pacientes do SUS.
O esquema defraudava o sistema de saúde pública ao desviar recursos equivalentes a 12 milhões de reais em contratos superfaturados.
Repercussão Jurídica e Caminhos para a Apuração
O Ministério Público Federal já formalizou denúncia contra os envolvidos, com pedido de bloqueio judicial dos bens da Anete Penna e da própria Entrevista, enquanto o Abelardo Santos responde ao processo em estado de prisão preventiva desde abril.
Especialistas em direito administrativo apontam que o caso pode gerar precedentes para a fiscalização de convênios entre órgãos públicos e empresas privadas no setor saúde, com possível endurecimento dos critérios de contratação no futuro.



