Na tarde de segunda-feira (21/9), o soldado Lucas Duran da Silva, de 28 anos, morreu afogado durante treinamento do Batalhão de Polícia Militar Ambiental do Distrito Federal (BPMA/PMDF) no Lago Paranoá, após permanecer submerso por três minutos no fundo das águas, conforme informou a corporação por volta das 12h. O incidente ocorreu no Trecho 2 do Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), onde o militar realizava instrução aquática com suporte das equipes de resgate do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), que acionou imediatamente o protocolo de reanimação cardiopulmonar.
Contexto Institucional e Procedimentos de Apuração
O fato foi apurado inicialmente pela unidade operacional do BPMA/PMDF, que constatou o óbito no local após a retirada do corpo d'água e a execução das manobras de ressuscitação por mais de 30 minutos, sob a coordenação imediata do CBMDF, órgão responsável pelo suporte técnico-emergencial durante atividades subaquáticas.
Lucas Duran encontrava-se em estágio avançado de formação na carreira militar, tendo concluído o Curso de Formação de Praças XI (CFP XI) há pouco mais de um ano, o que evidencia sua preparação técnica para atividades de risco, enquanto as circunstâncias que antecederam o afogamento — incluindo a permanência prolongada no fundo do lago — permanecem sob análise rigorosa das autoridades competentes para esclarecer eventuais falhas nos procedimentos de segurança ou equipamentos.
O soldado permaneceu três minutos ininterruptos no fundo do Lago Paranoá antes da retirada, intervalo crítico que antecedeu o falecimento imediato constatado pelas equipes de resgate.
Repercussão Institucional e Desdobramentos O peracionais
A Polícia Militar do Distrito Federal emitiu nota oficial manifestando profundo pesar pelo ocorrido e confirmando que as causas do acidente e as circunstâncias que levaram ao afogamento estão sendo apuradas com a participação das instâncias hierárquicas competentes, incluindo o Comando-Geral do BPMA/PMDF e órgãos de segurança pública.
As investigações preliminares apontam para a necessidade de revisão dos protocolos de treinamento aquático, com ênfase na supervisão contínua e na disponibilidade de equipamentos de emergência adequados às atividades subaquáticas realizadas nas unidades militares.



