A governadora Celina Leão (PP-DF) negou categoricamente a existência de limpeza social no Distrito Federal, afirmando que as ações implementadas visam à gestão e avaliação médica da população de rua, em vez de higienização forçada, durante o segundo bloco do debate promovido pelo com os candidatos ao Governo do Distrito Federal.
Contexto Institucional e Estratégias de Saúde Mental
A governadora detalhou que já desobstruiu 400 dos 450 pontos mapeados onde a população de rua ocupava áreas públicas, com intervenções coordenadas pela assistência social e pela expansão de quatro novos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), reforçando que a crise de saúde mental associada à vulnerabilidade social demandou abordagem integrada e não punitivista.
Antecedentes revelam que, desde o início do mandato, a gestão prior, por meio da transferência do Centro Pop para unidades mais adequadas e da implementação de protocolos de acolhimento, reduziu em 63% os indicadores de violência relacionados à população de rua, consolidando-se como referência em políticas públicas inovadoras para o enfrentamento da marginalização urbana.
Desde o início do governo, a governadora Celina Leão reduziu em 63% os índices de violência ligados à população de rua por meio de estratégias baseadas em saúde mental e acolhimento estruturado.
Repercussão Institucional e Desafios Futuramente
Autoridades do Ministério da Saúde e da Secretaria de Segurança Pública validaram a abordagem técnica adotada pela gestora, destacando a relevância da articulação entre saúde e segurança na diminuição da violência urbana associada à vulnerabilidade social.
O caminho à frente inclui a efetivação da internação compulsória prevista no projeto encaminhado à Câmara Legislativa do DF, bem como a ampliação das vagas nos CAPs para garantir atendimento contínuo à população em situação de rua.



