Na manhã da quarta‑feira, 30 de setembro, a Polícia Federal realizou uma operação coordenada que resultou na apreensão de documentos eletrônicos e a identificação de um esquema de fraudes bancárias que movimentou mais de R$ 2,18 milhões, com transações iniciais superiores a R$ 124 mil, envolvendo contas vinculadas a beneficiários de programas sociais.
Apuração da O peração e Detalhes do Esquema Financeiro
A investigação, iniciada após denúncia encaminhada à Base Tentáculos, revelou a prática sistemática de transferências fraudulentas que envolviam contas de beneficiários de assistência social, as quais eram manipuladas para redistribuir valores a terceiros e, posteriormente, serem reintegrados ao núcleo criminoso.
Conforme apurado pelos agentes da Delegacia da Polícia Federal em Niterói, com apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro, foram identificadas movimentações que somaram aproximadamente R$ 2,18 milhões em uma conta central e R$ 390 mil em outra, além das transferências iniciais superiores a R$ 124 mil, evidenciando um padrão estruturado de lavagem de capitais e associação criminosa.
Mais de R$ 2,18 milhões foram movimentados por meio de um esquema fraudulento que utilizava contas vinculadas a programas sociais.
Repercussão Jurídica e Estratégias Futuras
O Ministério Público Federal já comunicou a abertura de inquérito para apurar a responsabilidade civil e penal dos investigados, que poderão responder por estelionato qualificado mediante fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de capitais.
As autoridades anunciam que as buscas domiciliares continuarão até o término da coleta de provas digitais e documentos que possam corroborar a participação dos suspeitos, com foco na interdição das contas utilizadas para canalizar os recursos ilícitos.



