O governo federal pretende prorrogar a cobrança do IPI em janeiro para setores específicos afetados pela implementação do Imposto Seletivo. A medida depende de aprovação do Congresso Nacional e foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, nesta terça-feira (3).
A iniciativa visa evitar perda de arrecadação devido ao atraso no envio da Medida Provisória do Imposto Seletivo, cuja proposta com a alíquota do novo tributo deve ser enviada ao Legislativo ainda nesta terça. Segundo Durigan, a extensão do IPI ocorrerá em acordo com os setores e valerá exclusivamente durante janeiro.
A partir de fevereiro, o governo espera que o Imposto Seletivo comece a incidir sobre os produtos. O ministro declarou que a ideia é manter o IPI apenas para esses setores específicos até a entrada em vigor do novo tributo.



