Fernando Sastre Filho, acusado de matar o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, admitiu nesta quinta-feira (29), durante o segundo dia de julgamento no Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, que ingeriu bebida alcoólica antes do acidente. O empresário, de 24 anos, enfrenta uma possível pena que, somada, ultrapassa 30 anos de prisão.
O caso ocorreu na madrugada de 31 de março de 2024, domingo de Páscoa, na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé, Zona Leste da capital paulista. Durante os trabalhos no tribunal, Fernando afirmou sentir vergonha e arrependimento pelo ocorrido e pediu desculpas às famílias dos envolvidos. “Nunca entraria naquele carro para causar o que foi causado”, declarou.
Além do réu principal, os policiais militares Daisy Aparecida Cardoso Romão e Thiago Silva Batista tornaram-se réus na Justiça Militar do Estado de São Paulo por liberarem Fernando Sastre sem a realização do teste de bafômetro. Segundo a denúncia, a dupla cometeu crimes de inobservância de lei, regulamento ou instrução na modalidade de tolerância.



