Carregando...
Voltar para a página inicial
Polícia

Defesa de Daniel Vorcaro questiona integridade de perícia em celular apreendido pela PF

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 52 min
Ouvir NotíciaRecurso Beta

Locução neural da Yumi IA em português

0:000:00
Defesa de Daniel Vorcaro questiona integridade de perícia em celular apreendido pela PF
Fatos Rápidos da Notícia
  • Defesa apresentou petição ao STF contestando perícia do celular apreendido em Operação Compliance Zero
  • Relatório aponta modificação do banco de dados do WhatsApp e criação de 436 arquivos durante custódia policial
  • Extração foi datada em novembro de 2025, mas relatório contém arquivos com modificação em maio de 2026
Resumo Editorial

Advogados do ex-banqueiro Daniel Vorcaro apresentaram ao STF uma petição técnica contestando a validade da prova digital extraída de seu celular, alegando modificações e criação de arquivos durante o período em que o aparelho esteve sob custódia policial e apontando falhas no registro da cadeia de custódia.

A defesa de Daniel Vorcaro apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma petição com informações de perícia sobre material entregue pela Polícia Federal a partir do celular apreendido em 17 de novembro de 2025, durante a Operação Compliance Zero. Segundo os advogados, o aparelho foi manuseado entre 23h22 de 17 de novembro e 2h25 do dia 18, já sob custódia policial e em modo avião, com registro oficial de 207 eventos de tela, 33 ativações da câmera frontal pelo componente de reconhecimento oficial e três conexões pela porta USB.

Os advogados afirmam que o banco de dados do WhatsApp foi modificado às 1h48min14s, seis segundos depois de uma dessas conexões, e que no dia 18 de novembro foram modificados 657 arquivos, sendo 59 bancos de dados, além da criação de 436 arquivos, entre eles 94 imagens e cinco bancos de dados. A defesa destacou ainda que o relatório entregue contém 340 arquivos com data de modificação em 13 e 14 de maio de 2026, quase seis meses após a extração datada de 19 de novembro de 2025.

O documento também aponta lacunas no termo de apreensão, assinado de madrugada, que não indicaria marca, número de série, IMEI, estado do aparelho nem lacres. A defesa ressalta que o campo do lacre no ofício de requisição de perícia está em branco e que os números aparecem apenas em anotação manuscrita sobre uma fotocópia, sendo a mesma fotografia usada para representar dois aparelhos distintos.

Ao STF, a defesa do dono do liquidado Banco Master ratificou o pedido de substituição da prisão preventiva pela imposição de medidas cautelares. Os advogados sustentam que não é possível verificar a integralidade do conteúdo extraído, sua correspondência com o relatório entregue nem a origem e o alcance das alterações registradas entre a abordagem e a extração.

Verificação Editorial Giro Mix News

Conteúdo apurado, sintetizado e verificado com a inteligência editorial Yumi IA.

Conhecer Yumi IA →
Feedback anônimo dos leitores

Notícias Relacionadas

RÁDIO WEB

GiroMix Rádio