Na quarta-feira (2/9), a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro deflagrou uma operação coordenada para desarticular a 'Equipe Astro', braço armado da facção Comando Vermelho responsável por invasões e expansão territorial na Zona Sudoeste do Rio, com apoio do DGPE e da Core, visando desmontar a estrutura comandada por Rubens Mateus Lisboa Ribeiro, conhecido como 'Astro' ou 'Lisboa'.
Contexto Estratégico e Desdobramento da Investigação
A ação foi coordenada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas O rganizadas e Inquéritos Especiais (Draco), que cumpriu mandados de busca, apreensão e prisão nas comunidades da Gardênia Azul e Cidade de Deus, com o objetivo de neutralizar a rede logística e operacional que articulava o grupo criminoso, após meses de monitoramento e interceptação de comunicações e movimentações suspeitas.
As investigações prévias tinham como foco Pierre Sá da Silva, conhecido como 'PQD', cujo treinamento militar prévio era utilizado para instruir integrantes do tráfico em técnicas táticas e execução de ações armadas, sendo neutralizado após embosbar agentes durante a primeira fase da operação, conforme constata o relatório técnico da PCERJ.
A O peração desarticulou o braço armado da CV responsável por expansão territorial em áreas estratégicas da Zona Sudoeste do Rio, com atuação em Curicica, Camorim, Rio das Pedras e Muzema.
Repercussão Institucional e Desafios O peracionais
A Polícia Civil comunicou que as diligências seguem com foco na localização e prisão dos demais membros da cadeia de comando, com ênfase na desarticulação das estruturas de comando e controle que sustentavam as ações violentas no território.
Autoridades ressaltam que a desmontagem da Equipe Astro representa um marco no combate à organização criminosa estruturada que atua com disciplina militar e planejamento tático, exigindo novas estratégias de segurança pública para conter a fragmentação das facções.



