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Política

Ex-banqueiro revela propina de 3 milhões ao grupo de Jaques Wagner

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 47 min
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Ex-banqueiro revela propina de 3 milhões ao grupo de Jaques Wagner
Fatos Rápidos da Notícia
  • O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, declarou em proposta de delação premiada que pagava R$ 3 milhões mensais em propina a um grupo ligado ao senador Jaques Wagner (PT-BA).
  • A proposta de delação foi rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República, apesar de Vorcaro ter relatado os pagamentos e mencionado a participação de seu ex-sócio Augusto Lima e do operador Guilherme Henrique Sodré Martins (Guiga), que detinha 22,45% de um fundo com participação indireta na PKL One até 31 de dezembro de 2018.
  • A delação aponta que o grupo de Wagner recebeu R$ 2 milhões via contrato entre o Master e a PKL One (que operava o Credcesta), R$ 1 milhão em espécie para aliados do senador, e benefícios adicionais como dividendos, lucros e contratos fictícios, com o Banco Master tendo pago R$ 30 milhões em participação na PKL One.
Resumo Editorial

A delação do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, aponta R$ 3 milhões em propina mensal ao grupo político de Jaques Wagner (PT-BA), vinculada ao esquema Credcesta, com risco de cassação ou inelegibilidade de até oito anos ao senador.

A proposta de delação premiada apresentada pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, revelou pagamentos mensais de R$ 3 milhões em propina a um grupo político associado ao senador Jaques Wagner (PT-BA), configurando um esquema de corrupção sistêmica envolvendo recursos financeiros e contratos públicos na operação Credcesta, conforme documentação submetida à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República.

Contexto Institucional e Evidências da Apuração

Ponto de Destaque

O Banco Master desembolsou R$ 30 milhões em participação na PKL O ne para viabilizar o esquema de propina ao senador Jaques Wagner.

Repercussão Institucional e Desdobramentos do Processo

Atenção / Ponto Crítico
Caso o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheça indícios de crime contra a administração pública, o senador Jaques Wagner poderá ser submetido a processo de cassação ou inelegibilidade por até oito anos.

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