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Polícia

MP apura desvios de R$ 1 milhão mensais na venda de ingressos no Maracanã

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 16:58
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MP apura desvios de R$ 1 milhão mensais na venda de ingressos no Maracanã
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) investiga o possível desvio de cerca de R$ 1 milhão por mês na administração do Maracanã, ligado à venda irregular de ingressos para jogos do Flamengo e do Fluminense.
  • Entre dezembro de 2025 e agosto de 2026, foram realizadas 16 partidas nas quais foram emitidos bilhetes acima da capacidade dos setores, resultando em superlotação em 11 jogos do Flamengo, quatro do Fluminense e no clássico do Campeonato Carioca de 2026.
  • Em 26 de agosto, o GAEDEST/MPRJ instaurou inquérito civil para apurar a suspeita de superlotação no Maracanã, pedindo esclarecimentos sobre o número total de bilhetes emitidos e utilizados, discriminados por setor, com foco em possíveis irregularidades nos borderôs e na segurança pública.
Resumo Editorial

Investigação do MPRJ apura desvios de R$ 1 milhão mensais na venda irregular de ingressos do Maracanã, com foco em 15 dos 16 jogos analisados.

Entre dezembro de 2025 e agosto de 2026, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) instaurou inquérito civil para apurar suspeitas de desvio de aproximadamente R$ 1 milhão por mês na administração do Maracanã, ligado à comercialização irregular de ingressos para jogos do Flamengo e do Fluminense, com foco em casos de superlotação em 15 das 16 partidas analisadas, incluindo o clássico do Campeonato Carioca de 2026.

Apuração e Contexto da Investigação

Ponto de Destaque

Mais de R$ 1 milhão mensalmente estariam sendo desviados por meio da venda irregular de ingressos em até 15 dos 16 jogos investigados no Maracanã.

Repercussões Jurídicas e O peracionais

Atenção / Ponto Crítico
Caso confirmada a irregularidade na gestão do Maracanã, o Ministério Público poderá pleitear a responsabilização civil e criminal dos agentes públicos e privados envolvidos, com base no art. 138 do Código Penal brasileiro.

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