Na sexta‑feira (11/9), a Polícia Federal, em conjunto com a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e o Núcleo de Cooperação Internacional da PF no Rio de Janeiro, efetuou a extradição do argentino Carlos M. López, procurado na Argentina pelo homicídio do pai, ocorrido em julho de 2023, após sua prisão no Brasil em agosto de 2023 por denúncia caluniosa.
Contexto Institucional e Procedimentos de Investigação
A operação teve início após o registro da ocorrência no país vizinho, onde o agente identificou o suspeito como possivelmente ligado a estrutura criminosa conhecida como Novo Cangaço, tendo sido alvo de mandado de prisão internacional mediante solicitação da Interpol. No território brasileiro, a captura ocorreu em Copacabana, após denúncia que alegava cárcere privado praticado por um gerente de hotel; a medida preventiva foi mantida pela Justiça até a expedição do mandado de prisão pelo Supremo Tribunal Federal, garantindo a disponibilidade do investigado para a cooperação internacional.
Nos meses subsequentes à prisão preventiva, a PF coordenou esforços técnicos com a Deat e o MPRJ para assegurar a custódia do foragido, culminando na inclusão da ordem de extradição no sistema Vermelho da Interpol e na preparação logística para o traslado até o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão), onde o cidadão embarcou rumo à Argentina no dia 11/9.



