A pesquisa Quaest, encomendada pela TV Verde Mares e divulgada em setembro de 2026, aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com ampla vantagem as intenções de voto no Ceará, alcançando 54% dos eleitores com 30 dias de antecedência às Eleições de 2026, enquanto os principais adversários, Flávio Bolsonaro (PL) e Augusto Cury (Avante), aparecem com 16% e 10% respectivamente, segundo levantamento realizado entre 31 de agosto e 3 de setembro com amostra de 900 eleitores.
Contexto Institucional e Metodologia do Levantamento
O estudo foi conduzido com rigor metodológico pelo instituto Quaest, amostrando 900 cidadãos cearenses a partir de 16 anos, entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%, conforme registrado sob o número BR-04576/2026 no TSE; os dados revelam que Lula mantém domínio significativo no cenário eleitoral cearense, superando em larga distância os demais candidatos do primeiro turno, inclusive considerando o contexto político atual.
Antecedentes recentes indicam tensão jurídica envolvendo a candidatura de Pablo Marçal (PRTB), cuja inelegibilidade ainda aguarda decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), embora ele tenha protocolado pré-candidatura à Presidência, gerando debate sobre possíveis impactos na configuração do segundo turno, já que a pesquisa Quaest demonstra empate técnico entre Lula (42%) e Flávio Bolsonaro (41%) na rejeição.
Lula lidera intenções de voto no Ceará com 54%, consolidando vantagem decisiva para o primeiro turno das Eleições de 2026.
Repercussão Política e Desdobramentos Jurídicos
As declarações do presidente Lula sobre seu mandato e as críticas ao governo federal são reforçadas pelo alto índice de desaprovação — 48% — registrado pela Quaest, ao mesmo tempo em que 45% dos entrevistados aprovam sua gestão, evidenciando polarização persistente no eleitorado cearense; a legenda PT segue consolidada como força hegemônica no estado, apesar da competitividade crescente dentro da própria base aliada.
O desfecho da decisão do TSE sobre a elegibilidade de Pablo Marçal poderá reconfigurar o panorama eleitoral nacional, especialmente se o candidato for reconhecido como elegível, o que geraria novo equilíbrio nas urnas e exigiria ajustes estratégicos por parte dos partidos em curso.
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