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Polícia

MP SP acusa cinco por comercialização de sangue felino em Monte Alto

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 59 min
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MP SP acusa cinco por comercialização de sangue felino em Monte Alto
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Ministério Público de São Paulo denunciou cinco pessoas após novo inquérito que apura esquema clandestino de coleta e comercialização de sangue de gatos em Monte Alto, com ação penal apresentada em 2 de setembro e recebida em 10 de setembro de 2025.
  • O grupo captava gatos do interior paulista, pagando R$ 50 por animal a tutores de baixa renda e comercializando o sangue entre R$ 500 e R$ 800 por bolsa, com apreensão de 108 tubos de sangue, seringas, agulhas e cinco celulares.
  • Thaís Daniele Antonussi, proprietária da clínica veterinária, foi incluída na nova denúncia por associação criminosa e responde a seis acusações de maus-tratos a animais, enquanto Renato Franco e Celso Truguilo Alves também respondem por maus-tratos e associação criminosa.
Resumo Editorial

O MP SP formaliza denúncia penal contra cinco por comercialização irregular de sangue felino em escala comercial, com apreensão de 108 tubos e possível acumulação de penas por crime hediondo.

O Ministério Público de São Paulo formalizou, em 2 de setembro de 2025, nova denúncia penal contra cinco indivíduos suspeitos de integrar um esquema clandestino de coleta e comercialização irregular de sangue felino em Monte Alto, com a ação recebida pela Justiça no dia 10, após conclusão do inquérito que apurava práticas ilícitas desde outubro de 2025.

Contexto Jurídico e Desvelo das Práticas Ilícitas

A investigação, coordenada pelo Ministério Público paulista, identificou um esquema estruturado na captação coercitiva de gatos em regiões rurais do interior de São Paulo, onde tutores economicamente vulneráveis recebiam a quantia simbólica de R$ 50 por animal, enquanto o sangue extraído — extraído sob condições insalubres, sem avaliação prévia de saúde, anestesia supervisionada ou autorização sanitária — era vendido entre R$ 500 e R$ 800 por bolsa à clínica veterinária administrada por Thaís Daniele Antonussi.

Apurado que os procedimentos eram realizados em domicílios particulares, com animais submetidos à sedação e anestesia geral sem monitoramento fisiológico, ausência de controle sanitar ao uso de anticoagulantes e descumprimento normativo da Vigilância Sanitária Estadual, configurando crime hediondo contra o meio ambiente e maus-tratos hediondos aos animais segundo o Código Penal.

Ponto de Destaque

Mais de 108 tubos de sangue de gato apreendidos em operação que desvendou comercialização irregular em escala comercial.

Repercussão Legal e Desdobramentos Imediatos

A denúncia ampliou a responsabilização ao núcleo veterinário do esquema, com Thaís Daniele Antonussi, proprietária da clínica, e os também acusados Renato Franco e Celso Truguilo Alves, todos respondendo por seis acusações de maus-tratos a animais e associação criminosa, enquanto Everton Leite Silva e José Luiz de Lima foram incluídos na nova ação penal por participação em associação criminosa, já respondendo por outra denúncia anterior.

As autoridades sinalizam que as penas previstas para os crimes praticados — que incluem até six months to two years of imprisonment under Brazilian law for animal cruelty — podem ser cumulativas devido à estrutura organizada do delito e aos danos ambientais provocados pela comercialização irregular do sangue feline.

Atenção / Ponto Crítico
O s acusados respondem a processos penais que prevêem penas que podem chegar a quatro anos de reclusão por associação criminosa, com possibilidade de multa e perda do direito de exercer atividade profissional vinculada a serviços médicos-veterinários.

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