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Política

Manifestação anti-Lula na UFRN desencadeia brigas e confrontos entre manifestantes e opositores

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 17:53
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Manifestação anti-Lula na UFRN desencadeia brigas e confrontos entre manifestantes e opositores
Fatos Rápidos da Notícia
  • A manifestação ‘Vire à direita: UFRN Anti-Lula’, organizada por estudantes ligados ao Direita UFRN e Endireita RN, ocorreu no Campus Central da UFRN em 19 de novembro de 2023 sem autorização institucional, gerando confrontos físicos entre manifestantes e grupos opositores.
  • O ato contou com a participação do deputado federal General Girão (PL-RN) e da deputada estadual eleita Camila Araújo (PL-RN), além da presença de outros parlamentares, o que configura possível violação às normas de uso do espaço universitário e possíveis infrações eleitorais, conforme denunciado pela deputada Natália Bonavides e acionado pelo Partido dos Trabalhadores.
  • A reitoria da UFRN repudiou veementemente a violência, informando que a manifestação provocou danos ao patrimônio público, ameaças à integridade física de estudantes e servidores e interrupção de atividades acadêmicas, comprometendo a segurança do campus.
Resumo Editorial

A manifestação não autorizada na UFRN gerou confrontos, danos ao patrimônio e ameaças à integridade física, com investigações policiais e processos por infrações eleitorais e éticas.

A manifestação "Vire à direita: UFRN Anti-Lula", realizada no dia 19 de novembro de 2023, no Campus Central da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, sem autorização institucional, desencadeou confrontos físicos entre manifestantes identificados com movimentos de direita e grupos opositores, sob a presença do deputado federal General Girão e da deputada estadual eleita Camila Araújo.

Contexto Institucional e Histórico da Manifestação

A apuração revelou que a organização do ato ficou a cargo de estudantes vinculados ao Direita UFRN e Endireita RN, sem recurso público nem financiamento partidário, conforme relatado por Paula Castelo Branco, líder do movimento, que destacou o fornecimento coletivo de equipamentos de som pelos próprios participantes.

Antecedentes indicam que episódios prévios de alegada intimidação política contra estudantes conservadores motivaram a mobilização, enquanto autoridades universitárias e parlamentares denunciam o descumprimento das normas de uso do espaço acadêmico e possíveis infrações eleitorais.

Ponto de Destaque

O confronto resultou em danos ao patrimônio público da UFRN e ameaças à integridade física de pelo menos três estudantes e dois servidores durante os confrontos.

Repercussão Jurídica e Posicionamentos O ficiais

A reitoria da UFRN repudiou veementemente a manifestação, afirmando que ela violou normas internas, causou prejuízos ao patrimônio público e gerou risco à segurança acadêmica, comprometendo o desenvolvimento das atividades pedagógicas.

Enquanto isso, a deputada federal Natália Bonavides acionou a Polícia Federal e a Justiça Eleitoral para investigar possíveis infrações eleitorais e episódios de violência política, e a deputada Duda Salabert protocolou representação contra General Girão no Conselho de Ética por incentivar intimidação no ambiente universitário.

Atenção / Ponto Crítico
A UFRN comprometeu-se a adotar medidas administrativas e judiciais para responsabilizar os envolvidos, com prazos que podem culminar em sanções disciplinares rigorosas até 30 dias após o término da apuração.

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