Carregando...
Voltar para a página inicial
Geral

Vizinho quebra portão de dona de casa com carro após denúncia de pertubação

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 53 min
Ouvir NotíciaRecurso Beta

Locução neural da Yumi IA em português

0:000:00
Vizinho quebra portão de dona de casa com carro após denúncia de pertubação
Fatos Rápidos da Notícia
  • Um homem está sendo investigado suspeito de invadir com um carro a garagem de uma vizinha, na madrugada do último sábado (24/10), após ser denunciado por pertubação do sossego. O homem estaria com o som muito alto, incomodando a vizinhança. A confusão aconteceu na QR 615 em Samambaia Norte (DF).Veja: O veículo derrubou o portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, um hidrômetro e um veículo que estava na garagem da residência. A 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte) investiga o caso. Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso.Quem fez a denúncia contra o vizinho foi a dona de casa Irene dos Santos, 63 anos. Ela narrou o momento de susto e descreveu a situação como “cenas de um filme de terror”. Moradora da região há 30 anos, ela conta que nunca passou por algo tão extremo assim, e que achava estar sendo vítima de um assalto. “Parecia, assim, quando acontece um massacre, sabe? Quando entram querendo roubar. Eu fiquei acuada dentro de casa”.Ela afirma, aindam que se a grade do portão não fosse presa no poste de iluminação o veículo teria entrado dentro da sala de estar da residência.Essa foi a primeira vez que Irene decidiu denunciar o homem pelo barulho. Além da invasão, o suspeito também teria arremessado garrafas de vidro, sacos de lixo e outros resíduos na casa da vítima.13 imagensFechar modal.1 de 13A família decidiu chamar a polícia após o marido de Irene, senhor de 70 anos e com problemas de saúde, incluindo um aneurisma, começou a passar mal e não conseguia dormirMaterial cedido ao Metrópoles2 de 13O veículo bateu no portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, o veículo que estava guardado na garagem e um hidrômetroMaterial cedido ao Metrópoles3 de 13A filha, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir emboraMaterial cedido ao Metrópoles4 de 13"Parecia assim quando acontece um massacre, sabe? quando entram querendo roubar. Eu fiquei acoada dentro de casa", contou a moradoraMaterial cedido ao Metrópoles5 de 13Além da invasão, o suspeito também teria arremessado garrafas de vidro, sacos de lixo e outros resíduos na casa da vítimaMaterial cedido ao Metrópoles6 de 13A filha, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir emboraMaterial cedido ao Metrópoles7 de 13A filha, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir emboraMaterial cedido ao Metrópoles8 de 13A vizinha responsável pela denuncia é a dona de casa Irene dos Santos, 63 anos. Ela narrou o momento de susto e descreveu a situação como "cenas de um filme de terror"Material cedido ao Metrópoles9 de 13"Parecia assim quando acontece um massacre, sabe? quando entram querendo roubar. Eu fiquei acoada dentro de casa", contou a moradoraMaterial cedido ao Metrópoles10 de 13O veículo bateu no portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, o veículo que estava guardado na garagem e um hidrômetroMaterial cedido ao Metrópoles11 de 13"O sentimento que fica agora é de medo, de insegurança, pois ele [autor] mora aqui ao lado. Eu saio para trabalhar e meus pais ficam sozinhos, meu pai está mais debilitado", conta a filhaMaterial cedido ao Metrópoles12 de 13A família decidiu chamar a polícia após o marido de Irene, senhor de 70 anos e com problemas de saúde, incluindo um aneurisma, começou a passar mal e não conseguia dormirMaterial cedido ao Metrópoles13 de 13O veículo bateu no portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, o veículo que estava guardado na garagem e um hidrômetroMaterial cedido ao MetrópolesA filha de Irene, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local por conta da perturbação do sossego, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir embora.Em depoimento à polícia, a moradora contou que o vizinho, conhecido na região como “Cabeção”, iniciou uma confraternização às 18h, com carro de som, e que no decorrer da festa, os convidados passaram a invadir a via com mesas e cadeiras de plástico. Leia também Distrito FederalHomem é esfaqueado por conhecido durante briga por som alto no DF Distrito FederalCarro roda com portas abertas e som alto em estrada do DF: “Patifaria” A família decidiu chamar a polícia por volta de 0h, após o marido de Irene, um senhor de 70 anos e com problemas de saúde, incluindo um aneurisma, começou a passar mal e não conseguia dormir.A nutricionista relatou ao Metrópoles que existem três moradores, incluindo o suspeito, que deixam o som alto a noite e madrugada inteira na maioria dos fins de semana, e que ela e os pais não têm sossego para trabalhar ou dormir. “Às vezes eu preciso trabalhar de casa e tenho que sair pois o barulho é muito alto. O som deles entra aqui dentro de casa mesmo com tudo fechado”, diz.“O sentimento que fica agora é de medo, de insegurança, pois ele [autor] mora aqui ao lado. Eu saio para trabalhar e meus pais ficam sozinhos, meu pai está mais debilitado. Aqui é nossa casa, não iremos sair por conta disso, mas agora não teremos uma noite de paz”, desabafa.Ameaças constantesUm outro morador de longa data da quadra, que pediu para não ser identificado, revelou que o problema se perpetua na região há pelo menos 15 anos. Um dos vizinhos responsáveis pelo som alto chegou a ameaçar e xingar um denunciante. O caso aconteceu há dois anos, segundo a testemunha.Veja as ameaças: No áudio, o suspeito aparece descontrolado, xingando o vizinho de vagabundo, filho da puta, além de soltar diversas ameaças contra a vida do rapaz. Leia também Distrito FederalHomem é esfaqueado por conhecido durante briga por som alto no DF Distrito FederalCarro roda com portas abertas e som alto em estrada do DF: “Patifaria” “Foi você! Para mim você morreu. Você não sai aqui não, seu vagabundo. Não aparece aqui, pastor filho da puta”, são alguma das falas do homem.O morador pede ajuda e apela para as autoridades darem um fim à situação. O vizinho afirma que o ciclo se repete denúncia após denúncia. Que a polícia chega ao local, os suspeitos abaixam o som, mas após a saída da equipe, a música torna a ficar alta e, dessa vez, com ameaças.“A gente acaba ficando refém dessas pessoas. Nós pedimos ajuda para a polícia. Não que ela não ajude, mas não dá o devido suporte, que é instaurar um inquérito para investigar a situação, para que essas pessoas possam responder criminalmente, porque é quase todos os dias”, conta.
Resumo Editorial

Um homem está sendo investigado suspeito de invadir com um carro a garagem de uma vizinha, na madrugada do último sábado (24/10), após ser denunciado por pertubação do sossego. O homem estaria com o som muito alto, incomodando a vizinhança. A confusão aconteceu na QR 615 em Samambaia Norte (DF).Veja: O veículo derrubou o portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, um hidrômetro e um veículo que estava na garagem da residência. A 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte) investiga o caso. Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso.Quem fez a denúncia contra o vizinho foi a dona de casa Irene dos Santos, 63 anos. Ela narrou o momento de susto e descreveu a situação como “cenas de um filme de terror”. Moradora da região há 30 anos, ela conta que nunca passou por algo tão extremo assim, e que achava estar sendo vítima de um assalto. “Parecia, assim, quando acontece um massacre, sabe? Quando entram querendo roubar. Eu fiquei acuada dentro de casa”.Ela afirma, aindam que se a grade do portão não fosse presa no poste de iluminação o veículo teria entrado dentro da sala de estar da residência.Essa foi a primeira vez que Irene decidiu denunciar o homem pelo barulho. Além da invasão, o suspeito também teria arremessado garrafas de vidro, sacos de lixo e outros resíduos na casa da vítima.13 imagensFechar modal.1 de 13A família decidiu chamar a polícia após o marido de Irene, senhor de 70 anos e com problemas de saúde, incluindo um aneurisma, começou a passar mal e não conseguia dormirMaterial cedido ao Metrópoles2 de 13O veículo bateu no portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, o veículo que estava guardado na garagem e um hidrômetroMaterial cedido ao Metrópoles3 de 13A filha, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir emboraMaterial cedido ao Metrópoles4 de 13"Parecia assim quando acontece um massacre, sabe? quando entram querendo roubar. Eu fiquei acoada dentro de casa", contou a moradoraMaterial cedido ao Metrópoles5 de 13Além da invasão, o suspeito também teria arremessado garrafas de vidro, sacos de lixo e outros resíduos na casa da vítimaMaterial cedido ao Metrópoles6 de 13A filha, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir emboraMaterial cedido ao Metrópoles7 de 13A filha, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir emboraMaterial cedido ao Metrópoles8 de 13A vizinha responsável pela denuncia é a dona de casa Irene dos Santos, 63 anos. Ela narrou o momento de susto e descreveu a situação como "cenas de um filme de terror"Material cedido ao Metrópoles9 de 13"Parecia assim quando acontece um massacre, sabe? quando entram querendo roubar. Eu fiquei acoada dentro de casa", contou a moradoraMaterial cedido ao Metrópoles10 de 13O veículo bateu no portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, o veículo que estava guardado na garagem e um hidrômetroMaterial cedido ao Metrópoles11 de 13"O sentimento que fica agora é de medo, de insegurança, pois ele [autor] mora aqui ao lado. Eu saio para trabalhar e meus pais ficam sozinhos, meu pai está mais debilitado", conta a filhaMaterial cedido ao Metrópoles12 de 13A família decidiu chamar a polícia após o marido de Irene, senhor de 70 anos e com problemas de saúde, incluindo um aneurisma, começou a passar mal e não conseguia dormirMaterial cedido ao Metrópoles13 de 13O veículo bateu no portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, o veículo que estava guardado na garagem e um hidrômetroMaterial cedido ao MetrópolesA filha de Irene, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local por conta da perturbação do sossego, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir embora.Em depoimento à polícia, a moradora contou que o vizinho, conhecido na região como “Cabeção”, iniciou uma confraternização às 18h, com carro de som, e que no decorrer da festa, os convidados passaram a invadir a via com mesas e cadeiras de plástico. Leia também Distrito FederalHomem é esfaqueado por conhecido durante briga por som alto no DF Distrito FederalCarro roda com portas abertas e som alto em estrada do DF: “Patifaria” A família decidiu chamar a polícia por volta de 0h, após o marido de Irene, um senhor de 70 anos e com problemas de saúde, incluindo um aneurisma, começou a passar mal e não conseguia dormir.A nutricionista relatou ao Metrópoles que existem três moradores, incluindo o suspeito, que deixam o som alto a noite e madrugada inteira na maioria dos fins de semana, e que ela e os pais não têm sossego para trabalhar ou dormir. “Às vezes eu preciso trabalhar de casa e tenho que sair pois o barulho é muito alto. O som deles entra aqui dentro de casa mesmo com tudo fechado”, diz.“O sentimento que fica agora é de medo, de insegurança, pois ele [autor] mora aqui ao lado. Eu saio para trabalhar e meus pais ficam sozinhos, meu pai está mais debilitado. Aqui é nossa casa, não iremos sair por conta disso, mas agora não teremos uma noite de paz”, desabafa.Ameaças constantesUm outro morador de longa data da quadra, que pediu para não ser identificado, revelou que o problema se perpetua na região há pelo menos 15 anos. Um dos vizinhos responsáveis pelo som alto chegou a ameaçar e xingar um denunciante. O caso aconteceu há dois anos, segundo a testemunha.Veja as ameaças: No áudio, o suspeito aparece descontrolado, xingando o vizinho de vagabundo, filho da puta, além de soltar diversas ameaças contra a vida do rapaz. Leia também Distrito FederalHomem é esfaqueado por conhecido durante briga por som alto no DF Distrito FederalCarro roda com portas abertas e som alto em estrada do DF: “Patifaria” “Foi você! Para mim você morreu. Você não sai aqui não, seu vagabundo. Não aparece aqui, pastor filho da puta”, são alguma das falas do homem.O morador pede ajuda e apela para as autoridades darem um fim à situação. O vizinho afirma que o ciclo se repete denúncia após denúncia. Que a polícia chega ao local, os suspeitos abaixam o som, mas após a saída da equipe, a música torna a ficar alta e, dessa vez, com ameaças.“A gente acaba ficando refém dessas pessoas. Nós pedimos ajuda para a polícia. Não que ela não ajude, mas não dá o devido suporte, que é instaurar um inquérito para investigar a situação, para que essas pessoas possam responder criminalmente, porque é quase todos os dias”, conta.

Um homem está sendo investigado suspeito de invadir com um carro a garagem de uma vizinha, na madrugada do último sábado (24/10), após ser denunciado por pertubação do sossego. O homem estaria com o som muito alto, incomodando a vizinhança. A confusão aconteceu na QR 615 em Samambaia Norte (DF).Veja: O veículo derrubou o portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, um hidrômetro e um veículo que estava na garagem da residência. A 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte) investiga o caso. Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso.Quem fez a denúncia contra o vizinho foi a dona de casa Irene dos Santos, 63 anos. Ela narrou o momento de susto e descreveu a situação como “cenas de um filme de terror”. Moradora da região há 30 anos, ela conta que nunca passou por algo tão extremo assim, e que achava estar sendo vítima de um assalto. “Parecia, assim, quando acontece um massacre, sabe? Quando entram querendo roubar. Eu fiquei acuada dentro de casa”.Ela afirma, aindam que se a grade do portão não fosse presa no poste de iluminação o veículo teria entrado dentro da sala de estar da residência.Essa foi a primeira vez que Irene decidiu denunciar o homem pelo barulho. Além da invasão, o suspeito também teria arremessado garrafas de vidro, sacos de lixo e outros resíduos na casa da vítima.13 imagensFechar modal.1 de 13A família decidiu chamar a polícia após o marido de Irene, senhor de 70 anos e com problemas de saúde, incluindo um aneurisma, começou a passar mal e não conseguia dormirMaterial cedido ao Metrópoles2 de 13O veículo bateu no portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, o veículo que estava guardado na garagem e um hidrômetroMaterial cedido ao Metrópoles3 de 13A filha, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir emboraMaterial cedido ao Metrópoles4 de 13"Parecia assim quando acontece um massacre, sabe? quando entram querendo roubar. Eu fiquei acoada dentro de casa", contou a moradoraMaterial cedido ao Metrópoles5 de 13Além da invasão, o suspeito também teria arremessado garrafas de vidro, sacos de lixo e outros resíduos na casa da vítimaMaterial cedido ao Metrópoles6 de 13A filha, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir emboraMaterial cedido ao Metrópoles7 de 13A filha, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir emboraMaterial cedido ao Metrópoles8 de 13A vizinha responsável pela denuncia é a dona de casa Irene dos Santos, 63 anos. Ela narrou o momento de susto e descreveu a situação como "cenas de um filme de terror"Material cedido ao Metrópoles9 de 13"Parecia assim quando acontece um massacre, sabe? quando entram querendo roubar. Eu fiquei acoada dentro de casa", contou a moradoraMaterial cedido ao Metrópoles10 de 13O veículo bateu no portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, o veículo que estava guardado na garagem e um hidrômetroMaterial cedido ao Metrópoles11 de 13"O sentimento que fica agora é de medo, de insegurança, pois ele [autor] mora aqui ao lado. Eu saio para trabalhar e meus pais ficam sozinhos, meu pai está mais debilitado", conta a filhaMaterial cedido ao Metrópoles12 de 13A família decidiu chamar a polícia após o marido de Irene, senhor de 70 anos e com problemas de saúde, incluindo um aneurisma, começou a passar mal e não conseguia dormirMaterial cedido ao Metrópoles13 de 13O veículo bateu no portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, o veículo que estava guardado na garagem e um hidrômetroMaterial cedido ao MetrópolesA filha de Irene, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local por conta da perturbação do sossego, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir embora.Em depoimento à polícia, a moradora contou que o vizinho, conhecido na região como “Cabeção”, iniciou uma confraternização às 18h, com carro de som, e que no decorrer da festa, os convidados passaram a invadir a via com mesas e cadeiras de plástico. Leia também Distrito FederalHomem é esfaqueado por conhecido durante briga por som alto no DF Distrito FederalCarro roda com portas abertas e som alto em estrada do DF: “Patifaria” A família decidiu chamar a polícia por volta de 0h, após o marido de Irene, um senhor de 70 anos e com problemas de saúde, incluindo um aneurisma, começou a passar mal e não conseguia dormir.A nutricionista relatou ao Metrópoles que existem três moradores, incluindo o suspeito, que deixam o som alto a noite e madrugada inteira na maioria dos fins de semana, e que ela e os pais não têm sossego para trabalhar ou dormir. “Às vezes eu preciso trabalhar de casa e tenho que sair pois o barulho é muito alto. O som deles entra aqui dentro de casa mesmo com tudo fechado”, diz.“O sentimento que fica agora é de medo, de insegurança, pois ele [autor] mora aqui ao lado. Eu saio para trabalhar e meus pais ficam sozinhos, meu pai está mais debilitado. Aqui é nossa casa, não iremos sair por conta disso, mas agora não teremos uma noite de paz”, desabafa.Ameaças constantesUm outro morador de longa data da quadra, que pediu para não ser identificado, revelou que o problema se perpetua na região há pelo menos 15 anos. Um dos vizinhos responsáveis pelo som alto chegou a ameaçar e xingar um denunciante. O caso aconteceu há dois anos, segundo a testemunha.Veja as ameaças: No áudio, o suspeito aparece descontrolado, xingando o vizinho de vagabundo, filho da puta, além de soltar diversas ameaças contra a vida do rapaz. Leia também Distrito FederalHomem é esfaqueado por conhecido durante briga por som alto no DF Distrito FederalCarro roda com portas abertas e som alto em estrada do DF: “Patifaria” “Foi você! Para mim você morreu. Você não sai aqui não, seu vagabundo. Não aparece aqui, pastor filho da puta”, são alguma das falas do homem.O morador pede ajuda e apela para as autoridades darem um fim à situação. O vizinho afirma que o ciclo se repete denúncia após denúncia. Que a polícia chega ao local, os suspeitos abaixam o som, mas após a saída da equipe, a música torna a ficar alta e, dessa vez, com ameaças.“A gente acaba ficando refém dessas pessoas. Nós pedimos ajuda para a polícia. Não que ela não ajude, mas não dá o devido suporte, que é instaurar um inquérito para investigar a situação, para que essas pessoas possam responder criminalmente, porque é quase todos os dias”, conta.

Verificação Editorial Giro Mix News

Conteúdo apurado, sintetizado e verificado com a inteligência editorial Yumi IA.

Conhecer Yumi IA →
Feedback anônimo dos leitores

Notícias Relacionadas

RÁDIO WEB

GiroMix Rádio