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Polícia

Justiça mantém júri para médico e mãe réus na morte da professora envenenada

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 46 min
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Justiça mantém júri para médico e mãe réus na morte da professora envenenada
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Justiça de São Paulo manteve nesta quinta-feira (1º) o julgamento do médico Luiz Antonio Garnica e da mãe dele, Elizabete Arrabaça, investigados pela morte da professora Larissa Rodrigues, de 37 anos, envenenada em março de 2024.
  • Luiz e Elizabete foram presos preventivamente em maio de 2024, e a Justiça negou os recursos das defesas, mantendo integralmente a sentença.
  • O crime teria sido motivado por questões patrimoniais após Larissa descobrir a traição do marido e desejar o divórcio, com Elizabete executando o envenenamento com 'chumbinho'.
Resumo Editorial

A Justiça de São Paulo manteve a condenação por homicídio triplamente qualificado de Garnica e Elizabete, réus na morte da professora Larissa Rodrigues, após negarem recursos e confirmarem movimentações irregulares na conta da vítima.

A Justiça de São Paulo manteve nesta quinta-feira (1º) o julgamento do médico Luiz Antonio Garnica e da mãe dele, Elizabete Arrabaça, investigados pela morte da professora Larissa Rodrigues, de 37 anos, envenenada em março de 2024, após decisões judiciais negarem integralmente os recursos interpostos pelas defesas e manterem a sentença condenatória.

Contexto Jurídico e Evidências Forenses do Caso

As investigações policiais revelaram que o crime foi planejado com antecedência, com Luiz Antonio Garnica arquitetando o envenenamento por questões patrimoniais após Larissa descobrir sua traição e requerer o divórcio, enquanto Elizabete Arrabaça efetuou a aplicação do 'chumbinho' nos alimentos da vítima, conforme depoimento de testemunha que relatou a procura por 'chumbinho' pela sogra da vítima cerca de 15 dias antes da morte.

A pericia técnica constatou movimentação irregular na conta bancária da falecida após seu óbito, com transações realizadas via cartão de crédito e aplicativos financeiros pelo réu Luiz Antonio Garnica, além da tentativa de limpeza do apartamento pelo mesmo, conduta interpretada pelas autoridades como tentativa de obstrução à colheita de provas periciais.

Ponto de Destaque

A Justiça manteve integralmente a sentença condenatória contra o médico Luiz Antonio Garnica e sua mãe Elizabete Arrabaça, réus no homicídio triplamente qualificado da professora Larissa Rodrigues.

Repercussão Legal e Próximos Desdobramentos do Processo

O Ministério Público de São Paulo formalizou denúncia contra ambos pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e fraude processual, com base em laudos periciais que confirmaram o uso deliberado de substância tóxica no alimento da vítima.

A defesa ainda não apresentou manifestação pública oficial sobre a decisão judicial, mantendo silêncio estratégico enquanto o caso segue sob sigilo de justiça e aguarda eventual novo prazo para o início do júri.

Atenção / Ponto Crítico
A decisão permanece sob sigilo de justiça sem previsão imediata para a abertura do júri, com possibilidade de recursos que poderão prolongar o processo por meses ou anos.

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