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Polícia

Operação Ifrit desarticula organização ultraviolenta ligada ao PCC e ao PGC

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 11:44
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Operação Ifrit desarticula organização ultraviolenta ligada ao PCC e ao PGC
Fatos Rápidos da Notícia
  • Operação Ifrit deflagrada pela Polícia Federal com apoio da Receita Federal nesta quarta-feira (4/11)
  • Organização ligada ao PCC e ao PGC mantinha conexão com traficante boliviano
  • Grupo investigado por tráfico transnacional de drogas, tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro
Resumo Editorial

A Polícia Federal, com apoio da Receita Federal, deflagrou nesta quarta-feira (4/11) a Operação Ifrit contra uma estrutura criminosa transnacional associada ao Primeiro Comando da Capital e ao Primeiro Grupo Catarinense. A ação cumpre 76 mandados de busca e apreensão e 26 mandados de prisão em sete estados, além de afastar três policiais civis.

A operação foi deflagrada pela Polícia Federal com apoio da Receita Federal nesta quarta-feira (4/11) contra uma organização criminosa transnacional ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Primeiro Grupo Catarinense (PGC). A estrutura, liderada por uma família, mantinha conexão com um traficante boliviano e atuava no tráfico internacional de drogas e armas.

A investigação identificou que o grupo tinha ramificações em diferentes estados brasileiros e contava com a participação de policiais civis e militares de Mato Grosso do Sul, além de um policial rodoviário federal. Os agentes são suspeitos de fornecer informações sigilosas, proteger integrantes da organização e colaborar com as atividades criminosas.

Segundo a PF, a organização é investigada por tráfico transnacional de drogas, tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro. O grupo também é suspeito de envolvimento em crimes violentos, como sequestros, torturas, atentados e homicídios.

Classificada pelas forças de segurança como “ultraviolenta”, a estrutura criminosa utilizava armamento pesado, veículos blindados e estruturas de apoio para exercer controle territorial e intimidar rivais.

As investigações apontaram que a atuação se concentrava principalmente na região de fronteira entre Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, com ramificações em outros estados brasileiros.

Drogas e armas eram obtidas na Bolívia, no Peru e no Paraguai. Posteriormente, abasteciam redes de distribuição no Brasil e rotas de tráfico de entorpecentes destinadas à Europa, especialmente à Espanha e a Portugal.

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