Quatro anos e oito meses após a morte da universitária Yasmin Cavaleiro de Macêdo, de 21 anos, durante passeio de lancha no Pará em dezembro de 2021, o caso culminará no julgamento criminal de Lucas Magalhães de Souza, o proprietário da embarcação, que será realizado perante o júri popular na 2ª Vara do Júri da Comarca de Belém no dia 25 de março, com a acusação formalizando homicídio com dolo eventual, porte ilegal de arma e fraude processual.
Contexto Institucional e Procedimental do Julgamento
A apuração técnica revelou que 19 pessoas seguiam a bordo da lancha durante o trajeto em questão, quando Yasmin Cavaleiro desapareceu após o término da programação estabelecida pelo proprietário, sendo seu corpo localizado apenas no dia subsequente, fato que motivou inquérito policial rigoroso e a subsequente prisão preventiva de Lucas Magalhães de Souza em 2022, após investigação coordenada pela Polícia Civil do Pará.
Antecedentemente, o processo tramitou por mais de quatro anos sob a coordenação da Justiça Federal do Pará, com a defesa técnica articulando estratégias baseadas na ausência de prova direta de intenção homicida e na legitimidade das medidas cautelares adotadas pelo Judiciário.



