Às 15h35 da quarta‑feira, 9 de setembro, uma carreta bitrem que transportava 30 mil litros de etanol incendiou‑se no cavalo mecânico da unidade, localizado na BR‑262, na altura do km 615, em Campos Altos, Minas Gerais, sem que os reservatórios sofressem danos ou houvesse vazamento do produto.
Contexto O peracional e Apuração da Incidência
A ocorrência foi registrada por volta das 15h35, na mesma via que liga Campos Altos ao Vale do Aço, quando o Corpo de Bombeiros recebeu o acionamento da concessionária Way‑262 e seguiu imediatamente ao local. As primeiras apurações indicaram que as chamas estavam concentradas no cavalo mecânico, que abriga a cabine do veículo, enquanto os tanques de armazenamento permaneciam íntegros e sem indícios de comprometimento.
O s militares da corporação iniciaram o combate ao fogo com equipamentos adequados ao tipo de incêndio envolvendo combustível líquido inflamável, realizando o resfriamento dos tanques para garantir a estabilidade da carga. O monitoramento posterior confirmou a ausência de vazamento e a total contenção do incêndio sem prejuízos ao meio ambiente ou à segurança pública.
O episódio ocorreu em um contexto de intensas atividades logísticas no Centro de Minas, onde o transporte de cargas perigosas tem sido alvo de constante avaliação quanto à segurança das rotas e dos procedimentos operacionais. A Way‑262, responsável pelo frete, e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram acionadas para coordenar o acompanhamento da ocorrência e garantir a fluidez do tráfego na rodovia.
A carreta transportava 30 mil litros de etanol sem que os reservatórios fossem danificados nem houve vazamento do produto.
Repercussão Institucional e Próximas Medidas
A PRF informou que o trecho da BR‑262 onde ocorreu o incêndio foi liberado ao tráfego após a constatação de que não havia risco imediato à segurança dos usuários, enquanto a Way‑262 comunicou a adoção de medidas preventivas para evitar recorrência de incidentes semelhantes nos futuros transportes.
As autoridades competentes destacaram que o caso será analisado pela Comissão Nacional de Segurança no Transporte Rodoviário (CNSA) para eventual revisão de protocolos de inspeção e operação de veículos bitrem carregados com produtos inflamáveis.



