Alex Leandro Bispo dos Santos, empresário de 40 anos, foi formalmente preso por homicídio qualificado da esposa Maria Katiane da Silva, de 26 anos, após arremessá-la do décimo primeiro andar de um edifício residencial na Zona Sul de São Paulo, em menos de cinco minutos, conforme reconstituição policial baseada em imagens de câmeras de segurança do condomínio.
Contexto Institucional e Procedimentos Judiciais
A apuração conduzida pela Polícia Civil de São Paulo revelou que a agressão iniciou-se no estacionamento do prédio, seguiu para o interior do elevador, onde Alex agrediu Maria com socos e estrangulamento antes de arrastá-la à força para fora do veículo, momento em que ela tentou se segurar das barreiras internas antes de cair fatalmente ao vazio.
O caso ocorreu na madrugada de 29 de novembro de 2025 e mobilizou o Ministério Público e a Justiça com base em evidências periciais que confirmaram a dinâmica violenta registrada por câmeras internas; a defesa alegou que Katiane havia sofrido uma queda acidental após discussão conjugal, versão rebatida pelas imagens que comprovam o uso intencional da violência por parte do suspeito.
O crime brutal durou menos de cinco minutos e terminou com a morte da vítima ao ser arremessada do décimo andar.
Repercussão Legal e Desdobramentos Imediatos
A soltura decretada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo em agosto de 2025, por meio do habeas corpus deferido à réu, gerou forte comoção institucional devido ao histórico da magistrada Michelle Porto de Medeiros Cunha Carreiro, que havia mantido a prisão preventiva inicialmente sob fundamento de suposta vinculação do acusado ao Primeiro Comando da Capital.
Apesar da decisão judicial, Alex Leandro Bispo dos Santos permanece sob medidas cautelares e continuará respondendo ao processo penal por homicídio qualificado, com previsão de novo julgamento sob a ótica da responsabilidade subjetiva e qualificadora do crime.



