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Polícia

Grupo de Montes Claros é alvo de operação no DF por golpes com anúncio falso de acompanhante

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 07:52
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Grupo de Montes Claros é alvo de operação no DF por golpes com anúncio falso de acompanhante
Fatos Rápidos da Notícia
  • PCDF deflagrou Operação Ruiva Fake no Lago Norte nesta quinta-feira (5/11).
  • Três suspeitos de Montes Claros (MG) são investigados por estelionato, extorsão e associação criminosa.
  • Grupo usava perfil falso “Ruiva On Line” para atrair vítimas e exigir pagamentos antecipados.
Resumo Editorial

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou operação contra um esquema que usava perfil falso na internet para estelionato e extorsão, com ameaças de inclusão em lista de facção criminosa.

Policiais civis da 9ª Delegacia de Polícia, no Lago Norte, deflagraram nesta quinta-feira (5/11) a Operação Ruiva Fake para desarticular um grupo suspeito de aplicar golpes e extorquir vítimas na região. Os investigados são de Montes Claros, em Minas Gerais, e utilizavam anúncios falsos de uma suposta garota de programa sob o perfil “Ruiva On Line” para atrair clientes.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão, além de medidas de bloqueio de bens contra três suspeitos. Segundo a PCDF, o grupo exigia pagamentos antecipados e, posteriormente, ameaçava as vítimas com falsas referências a uma facção criminosa.

O esquema começava com um anúncio na internet de uma mulher que se apresentava como “Ruiva On Line”. Após o cliente demonstrar interesse e combinar encontro em um endereço no Lago Norte, era informado de que precisaria pagar quantia antecipada para ter o acesso liberado.

Depois do primeiro pagamento, os criminosos apresentavam novas cobranças, alegando, por exemplo, a necessidade de comprar produtos relacionados ao suposto programa. No entanto, o encontro nunca acontecia.

Ao perceber que havia sido enganada e tentar interromper os pagamentos, a vítima passava a receber ameaças. Os suspeitos afirmavam integrar uma facção criminosa e diziam que, caso não fossem feitos novos depósitos, ela seria incluída em uma suposta “lista do crime organizado”.

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