Carregando...
Voltar para a página inicial
Polícia

SP: delegada é investigada por suspeita de usar viatura para ir à academia

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 02:30
Ouvir NotíciaRecurso Beta

Locução neural da Yumi IA em português

0:000:00
SP: delegada é investigada por suspeita de usar viatura para ir à academia
Fatos Rápidos da Notícia
  • São Paulo — O Ministério Público de São Paulo (MPSP) e a Corregedoria da Polícia Civil investigam a delegada Gilmara Natália Batista dos Santos (foto de destaque), atualmente à frente da Delegacia de Defesa da Mulher de Itapira, no interior do estado, por uma série de denúncias de irregularidades — entre elas, o suposto uso de viatura descaracterizada para fins particulares (as denúncias citam destinos como academia e aeroporto), o não comparecimento regular ao trabalho e a má distribuição de casos que teriam prejudicado o andamento de investigações.
  • A investigação do MPSP começou em julho deste ano, a partir da denúncia de um delegado que atua na região. O documento com as primeiras denúncias, ao qual o Metrópoles teve acesso, foi enviado simultaneamente ao MPSP e à Delegacia Seccional de Mogi Guaçu (responsável pela circunscrição de Itapira). Na época, a Seccional era comandada pela delegada Edna Elvira Salgado Martins, transferida em setembro para Campinas — até então, nenhuma medida em relação a Gilmara tinha sido tomada.
  • Delegada Gilmara Natália Batista dos Santos é alvo de investigação do Ministério Público (MPSP) e da Corregedoria da Polícia Civil
Resumo Editorial

São Paulo — O Ministério Público de São Paulo (MPSP) e a Corregedoria da Polícia Civil investigam a delegada Gilmara Natália Batista dos Santos (foto de destaque), atualmente à frente da Delegacia de Defesa da Mulher de Itapira, no interior do estado, por uma série de denúncias de irregularidades — entre elas, o suposto uso de viatura descaracterizada para fins particulares (as denúncias citam destinos como academia e aeroporto), o não comparecimento regular ao trabalho e a má distribuição de casos que teriam prejudicado o andamento de investigações.

São Paulo — O Ministério Público de São Paulo (MPSP) e a Corregedoria da Polícia Civil investigam a delegada Gilmara Natália Batista dos Santos (foto de destaque), atualmente à frente da Delegacia de Defesa da Mulher de Itapira, no interior do estado, por uma série de denúncias de irregularidades — entre elas, o suposto uso de viatura descaracterizada para fins particulares (as denúncias citam destinos como academia e aeroporto), o não comparecimento regular ao trabalho e a má distribuição de casos que teriam prejudicado o andamento de investigações.

A investigação do MPSP começou em julho deste ano, a partir da denúncia de um delegado que atua na região. O documento com as primeiras denúncias, ao qual o Metrópoles teve acesso, foi enviado simultaneamente ao MPSP e à Delegacia Seccional de Mogi Guaçu (responsável pela circunscrição de Itapira). Na época, a Seccional era comandada pela delegada Edna Elvira Salgado Martins, transferida em setembro para Campinas — até então, nenhuma medida em relação a Gilmara tinha sido tomada.

Delegada Gilmara Natália Batista dos Santos é alvo de investigação do Ministério Público (MPSP) e da Corregedoria da Polícia Civil

Delegada Gilmara Natália Batista dos Santos é alvo de investigação do Ministério Público (MPSP) e da Corregedoria da Polícia Civil

Delegada Gilmara Natália Batista dos Santos é alvo de investigação do Ministério Público (MPSP) e da Corregedoria da Polícia Civil

Delegada Gilmara Natália Batista dos Santos é alvo de investigação do Ministério Público (MPSP) e da Corregedoria da Polícia Civil

Delegada Gilmara Natália Batista dos Santos é alvo de investigação do Ministério Público (MPSP) e da Corregedoria da Polícia Civil

Delegada Gilmara Natália Batista dos Santos é alvo de investigação do Ministério Público (MPSP) e da Corregedoria da Polícia Civil

Atualmente na DDM, Gilmara já acumulou o cargo com a função de titular da Delegacia Central de Itapira, município com cerca de 72 mil habitantes.

As investigações apuram, entre outras coisas, os relatos de que a delegada estaria usando uma viatura descaracterizada da Polícia Civil para fins particulares, como trajetos até a academia e o deslocamento para aeroporto em viagem internacional fora dos interesses da corporação.

O caso é acompanhado pela promotora de Justiça de Itapira, Fernanda Sumi Barbosa Klein Gunnewiek. O pedido de esclarecimentos à Seccional de Mogi Guaçu foi feito pelo MPSP em 4 de agosto. O documento questiona, entre outras coisas, por quais delegacias Gilmara respondia, se havia autorização para trabalhar em regime de home office e sua escala presencial do último ano.

Em nota ao Metrópoles, o MPSP confirmou que “foram solicitadas informações junto à Seccional de Mogi Guaçu”. O texto, contudo, não informa se os questionamentos foram respondidos.

Procurada, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que a Corregedoria instaurou “procedimento correcional” para apurar eventuais irregularidades em relação à conduta profissional da delegada Gilmara.

A pasta esclareceu, ainda, que a delegada já prestou depoimento e o caso segue sob investigação. “A instituição reafirma seu compromisso com a transparência, a legalidade, a integridade e a correta e necessária elucidação dos fatos”, destacou.

A reportagem enviou e aguarda retorno da delegada Gilmara. O espaço segue aberto para manifestação.

As ausências e atrasos da delegada, de acordo com as denúncias, teriam levado algumas operações e diligências a “episódios excepcionais”. Em um dos casos relatados, um suspeito de violência doméstica atentou contra a própria vida durante operação policial, deflagrada pela DDM e a Delegacia Central, em 12 de junho deste ano.

Segundo as denúncias, a chegada da delegada à cena do crime aconteceu apenas após 1h30 da comunicação do fato. Outros policiais civis, peritos e familiares do homem aguardavam Gilmara para acessar o local. Se a delegada tivesse chegado a tempo, acreditam os denunciantes, o crime poderia ter sido evitado.

Dias depois desse episódio, a delegada teria acompanhado, apenas a distância, os relatos sobre a fuga de um adolescente de dentro do distrito policial. Na tentativa de capturá-lo, houve disparos de arma de fogo e perseguição a pé. Ela era a responsável pela delegacia na ocasião e não compareceu ao local, segundo as denúncias recebidas.

Em outra situação, o MPSP e a Prefeitura de Itapira teriam solicitado à polícia local a investigação sobre um grupo que realizava encontros ilegais que incluíam, segundo as denúncias, venda de drogas, bailes funk, álcool para menores, porte irregular de armas e disputa de rachas.

Uma operação para apurar as denúncias teria sido deflagrada por Gilmara apenas seis meses depois e, na ocasião, apenas dois veículos foram apreendidos. Ninguém foi preso.

Verificação Editorial Giro Mix News

Conteúdo apurado, sintetizado e verificado com a inteligência editorial Yumi IA.

Conhecer Yumi IA →
Feedback anônimo dos leitores

Notícias Relacionadas

RÁDIO WEB

GiroMix Rádio