O físico Heinz von Foerster, da Universidade de Illinois, publicou em 1960 na revista Science uma previsão de que a humanidade chegaria ao fim em uma sexta-feira 13, especificamente em 13 de novembro de 2026. Segundo o estudo, o apocalipse seria causado pelo crescimento exacerbado da população, que levaria à superlotação do planeta e ao esmagamento das pessoas.
Profecias sobre o fim do mundo são recorrentes na história moderna, como a ocorrida em 2012, que inspirou um filme homônimo. A nova previsão levanta questionamentos sobre sua possibilidade diante dos cenários atuais.
Dados do IBGE divulgados em 2025 apontam uma queda no número de nascimentos no Brasil entre 2023 e 2024. Foram realizados 2.442.726 registros de nascimentos em cartórios no país em 2024, sendo 2.376.901 relativos a crianças nascidas no mesmo ano e registradas até o primeiro trimestre de 2025.
Comparado aos 2.523.267 nascimentos de 2023, o dado de 2024 representa uma redução de 5,8% no número de nascimentos e registros, equivalente a 146.366 nascimentos a menos.
A queda drástica na natalidade preocupa economistas devido ao envelhecimento das sociedades e à diminuição da força de trabalho. Esse cenário também pressiona a inflação, altera a cultura de consumo e pode sobrecarregar programas governamentais destinados à população idosa.
A OCDE afirma que o declínio das taxas de natalidade alterará permanentemente a composição demográfica das maiores economias do mundo na próxima década. Se as previsões se confirmarem, 2064 será o primeiro ano na história moderna em que a taxa de mortalidade global ultrapassará a taxa de natalidade.



