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Política

SLU abre apuração contra diretora que fez ataques xenofóbicos e contra beneficiários do Bolsa Família

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 57 min
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SLU abre apuração contra diretora que fez ataques xenofóbicos e contra beneficiários do Bolsa Família
Fatos Rápidos da Notícia
  • SLU instaurou avaliação preliminar sobre ataques xenofóbicos da diretora Fabiana Ribeiro Guimarães
  • Servidora acumula cargo público com participação societária na loja LAGO
  • Fabiana pediu desculpas em rede social fechada com 1.375 seguidores
Resumo Editorial

A diretora de Tecnologia e Inovação do Serviço de Limpeza Urbano, Fabiana Ribeiro Guimarães, é alvo de investigação administrativa após publicar declarações xenofóbicas contra baianos e críticas a beneficiários do Bolsa Família em redes sociais.

A autarquia SLU informou que encaminhou o caso à Unidade de Auditoria Interna para avaliação preliminar, visando verificar se há elementos que justifiquem providências administrativas. O órgão esclareceu que as manifestações foram feitas no perfil pessoal da servidora e não representam o posicionamento institucional nem do SLU nem do Governo do Distrito Federal.

A servidora, que também integra o quadro societário da loja LAGO, no Lago Sul, enfrenta suspeitas de conflito de interesses e incompatibilidade de carga horária, uma vez que acumula um cargo em comissão com dedicação integral e atividade empresarial privada. A loja repudiou veementemente o ocorrido, afirmando que Fabiana não atua na gestão da marca e que suas falas são estritamente pessoais.

Após a repercussão negativa, Fabiana publicou um pedido de desculpas em seu perfil fechado, direcionado a seus 1.375 seguidores, reconhecendo ter se expressado de forma impulsiva e lamentando ter ofendido pessoas com julgamentos precipitados. Ela afirmou que assumiu a responsabilidade pelas publicações e reafirmou o compromisso de agir com mais equilíbrio e respeito.

O deputado distrital Gabriel Magno (PT) encaminhou ofícios à Polícia Civil, ao Ministério Público e ao SLU exigindo providências, afirmando que as manifestações extrapolam os limites da liberdade de expressão e podem configurar crimes de racismo, xenofobia e apologia ao extermínio. O parlamentar pediu ainda o imediato afastamento da servidora e a abertura de procedimento disciplinar.

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