Na penúltima semana de campanha para o Governo do Distrito Federal, os candidatos Celina, Arruda, Grass e Paula Belmonte percorrem os bairros do DF com agenda de debates, entrevistas e panfletagens, em preparação para o primeiro turno das eleições de outubro de 2026.
Contexto Eleitoral e Estrutura Institucional da Campanha
A Justiça Eleitoral mantém a suspensão da candidatura de Arruda ao GDF desde março de 2025, após decisão que reconheceu irregularidades na documentação de filiação partidária, o que gerou recurso protocolado perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última sexta-feira, segundo consta no processo nº 2025/DF-04567.
O calendário eleitoral segue rígido: com 13 meses para o pleito, as agendas dos candidatos priorizam a presença em regiões estratégicas como Ceilândia e Sobradinho, onde a mobilização de eleitores ainda está em fase de definição, conforme indicam análises do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Mais de 80% dos condomínios no Jardim Botânico ainda dependem de regularização fundiária para acesso a serviços básicos.
Posicionamentos Políticos e Desdobramentos Jurídicos
As propostas de Celina incluem a criação de um fundo municipal voltado à regularização fundiária e urbanística dos condomínios do Jardim Botânico, medida que conta com apoio técnico da Secretaria de Habitação do DF e deve ser votada na Câmara Legislativa ainda este ano.
Enquanto isso, Grass defende a manutenção dos empregos dos cobradores de ônibus como prioridade para a mobilidade urbana, argumentando que a terceirização comprometeria a qualidade do serviço, posição reforçada em audiência pública realizada na Câmara do DF na última quarta-feira.



