Na quinta-feira (15/10), o Instituto Datafolha divulgou, sob o registro BR-00466/2026, os números da intenção de votos para o segundo turno das eleições presidenciais marcadas para 25 de outubro, revelando que Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 52% dos votos válidos, enquanto Lula (PT) aparece com 48%, em pesquisa encomendada pela e pela e baseada em entrevistas a 2.520 eleitores entre 16 e mais anos, realizadas entre 13 e 15 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais.
Contexto Institucional e Metodológico da Pesquisa Eleitoral
A pesquisa foi conduzida com rigor metodológico, amostrando 2.520 indivíduos de todas as regiões do Brasil, com idade mínima de 16 anos, entre os dias 13 e 15 de outubro, período previamente determinado pelo instituto para garantir representatividade e controle da variação temporal. O s resultados, registrados sob o número BR-00466/2026, apontam uma reversão do cenário observado na pesquisa anterior divulgada em 8 de outubro, quando Flávio Bolsonaro registrava 49% contra 45% de Lula, demonstrando aumento consolidado do candidato do PL e leve vantagem de Lula no cenário estimulado.
A análise dos dados revela que, embora o primeiro turno tenha sido marcado por intenso debate sobre segurança nacional e economia, com Lula obtendo 45,16% dos votos válidos (53.879.538 votos) e Flávio Bolsonaro 47,03% (56.104.503 votos), o segundo turno se apresenta como um duelo mais polarizado em termos intenciónais, refletindo a dinâmica de mobilização dos eleitores ainda indecisos após os debates e as disputas regionais do primeiro turno.
Flávio Bolsonaro lidera a intenção de votos no segundo turno com 52% contra Lula, que tem 48%, segundo Datafolha registrada sob BR-00466/2026.
Repercussão Política e Cenários de Confronto Imediato
A expectativa de divulgação do levantamento às 18h gerou amplo debate nos bastiões políticos, com a equipe da campanha de Lula reforçando a necessidade de consolidação da base eleitoral nas regiões do Nordeste e Centro-O este, onde Lula mantém maior aderência histórica, enquanto aliados de Flávio Bolsonaro destacam a força da campanha digital e a mobilização dos eleitores do segmento conservador.
Especialistas apontam que o empate técnico dentro da margem de erro sugere que o desfecho dependerá da mobilização efetiva dos eleitores no dia da votação, bem como da influência dos partidos menores e das candidaturas regionais que podem atrair votos para um dos candidatos no segundo turno.



